Censo Demográfico

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O que é

Os censos populacionais produzem informações imprescindíveis para a definição de políticas públicas e a tomada de decisões de investimento, sejam eles provenientes da iniciativa privada ou de qualquer nível de governo, e constituem a única fonte de referência sobre a situação de vida da população nos municípios e em seus recortes internos, como distritos, bairros e localidades, rurais ou urbanas, cujas realidades dependem de seus resultados para serem conhecidas e terem seus dados atualizados.

Censo 2010

O Censo 2010 compreendeu um levantamento minucioso de todos os domicílios do país. Nos meses de coleta de dados e supervisão, 191 mil recenseadores visitaram 67,6 milhões de domicílios nos 5.565 municípios brasileiros para colher informações sobre quem somos, quanto somos, onde estamos e como vivemos.

Os primeiros resultados definitivos, divulgados em novembro de 2010, apontaram uma população formada por 190.732.694 pessoas.

Em abril de 2011, foi divulgada a Sinopse do Censo Demográfico, com informações sobre domicílios recenseados, segundo a espécie, e população residente, segundo as Unidades da Federação e municípios.

Em novembro, mais resultados chegaram ao conhecimento do público com a divulgação do Censo Demográfico: Características da população e dos domicílios: resultados do universo; Censo Demográfico: Resultados preliminares da amostra; Indicadores Sociais Municipais: Uma análise dos resultados do universo do Censo Demográfico e Base de Informações do Censo Demográfico: Resultados do universo por setor censitário.

Censo 2000

A realização de um levantamento como o Censo Demográfico 2000 representa o desafio mais importante para um instituto de estatística, sobretudo em um país de dimensões continentais como o Brasil, com 8 514 215,3 km2, composto por 27 Unidades da Federação e 5 507 municípios existentes na data de referência da pesquisa, abrangendo um total de 54 265 618 de domicílios pesquisados.

Para garantir a confiabilidade de seus resultados e alcançar os melhores níveis de qualidade e transparência em todas as etapas de execução do Censo 2000, foram utilizadas modernas tecnologias, como o mapeamento digital dos municípios com mais de 25 mil habitantes, escaneamento e leitura ótica dos questionários, controles gerencial e operacional via Internet, entre outras inovações tecnológicas que possibilitaram aos usuários dos dados censitários e à sociedade, em geral, o acompanhamento de cada etapa da operação e o acesso aos resultados em curto prazo, por meio das mais modernas mídias de comunicação e disseminação de informações.

No âmbito internacional, a realização do Censo 2000 significou, ainda, a consolidação dos laços estatísticos entre os países do Mercosul Ampliado, que inclui os membros do Mercosul - Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai - além de Bolívia e Chile, tendo como objetivo a padronização de conceitos e classificações visando homogeneizar e fortalecer os sistemas estatísticos nacionais e criar uma base de dados comum aos censos dos seis países.

A divulgação do Censo 2000 procurou levar a cada segmento de usuários as mídias mais apropriadas - publicações impressas, Internet e arquivos digitais - fazendo uso de maneira intensiva de modernas tecnologias, e seus resultados revelam as principais características demográficas e socieconômicas da população brasileira no início do novo milênio. As publicações listadas a seguir apresentam as tabelas básicas, enriquecidas de comentários, gráficos e cartogramas, e são acompanhadas de CD-ROM que contêm as informações do volume impresso em pdf e as tabelas em formato de planilha eletrônica, acrescidos por um conjunto adicional de tabelas e de níveis geográficos.

Sobre - Resultados Gerais da Amostra por áreas de ponderação

Define-se área de ponderação como sendo uma unidade geográfica, formada por um agrupamento mutuamente exclusivo de setores censitários contíguos, para a aplicação dos procedimentos de calibração dos pesos de forma a produzir estimativas compatíveis com algumas das informações conhecidas para a população como um todo. O tamanho dessas áreas, em termos de número de domicílios e de população, não pode ser muito reduzido, sob pena de perda de precisão de suas estimativas. Assim este tamanho mínimo foi definido em 400 domicílios ocupados na amostra, exceto para os municípios que não atingem este total onde, neste caso, o próprio município é considerado uma área de ponderação.

Para os municípios com mais de 190.000 mil habitantes, foi oferecida a possibilidade das próprias prefeituras definirem as áreas de ponderação, guardadas as restrições técnicas de contiguidade e tamanho estabelecidas pelo IBGE. O procedimento de consulta foi realizado através da Comissão Municipal de Geografia e Estatística (CMGE) de cada um desses municípios, as quais forneceram aos representantes dos órgãos de planejamento municipal o material necessário para o estudo e a definição das áreas. O material resultante, enviado de cada município, foi analisado para avaliação de sua adequabilidade a estes critérios, dentro de um prazo estabelecido, sendo utilizado na definição das áreas de ponderação.

Cabe ressaltar que, dos 140 municípios com mais de 190.000 habitantes, algumas das prefeituras consultadas não realizaram a definição das áreas de ponderação, e outras decidiram participar do processo, mas não entregaram em tempo hábil a definição respeitando os critérios estabelecidos já descritos. Assim, foi oferecida uma nova oportunidade para estas prefeituras e, adicionalmente, a mesma foi estendida a municípios previamente atendidos na primeira etapa, mas que desejavam fazer algum tipo de ajuste em suas configurações. Desta forma uma nova configuração de áreas de ponderação foi gerada para 14 municípios nesta segunda etapa, as quais são agora disponibilizadas.

Principais resultados - Resultados Gerais da Amostra por áreas de ponderação

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Tabelas - Resultados Gerais da Amostra por áreas de ponderação

Tabelas

Tabelas em formato xls compactado

Tabelas em formato ods compactado

Malha digital das áreas de ponderação - municípios com mais de 190 mil habitantes

 

Municípios com áreas de ponderação redefinidas

Na divulgação dos microdados da amostra do Censo Demográfico 2010 foram divulgadas as áreas de ponderação de 140 municípios com mais de 190 mil habitantes. Foi verificado, entretanto, que em 14 municípios tais áreas não atendiam as áreas de planejamento desses municípios, impossibilitando o seu uso apropriado. Para cobrir essa lacuna, o IBGE divulga, além das 34 tabelas em formato XLS e ODS sobre pessoas e domicílios, os respectivos microdados para os 14 municípios com as áreas de ponderação redefinidas.

Quadros sintéticos - Resultados Gerais da Amostra por áreas de ponderação

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    Microdados - Resultados Gerais da Amostra por áreas de ponderação

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    Informações técnicas

    Notas Técnicas

    Acesse a publicação completa para visualizar o conteúdo no endereço abaixo:
    http://biblioteca.ibge.gov.br/pt/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=7552

    Séries históricas

    #seriehistorica201741154411744

    #seriehistorica201741155034391

    #seriehistorica201741155131672

    Microdados

    Os microdados consistem no menor nível de desagregação dos dados de uma pesquisa, retratando, sob a forma de códigos numéricos, o conteúdo dos questionários, preservado o sigilo estatístico com vistas à não individualização das informações. Os microdados estão no formato ASCII, possibilitando aos usuários especializados, com conhecimento em programação, preferencialmente em softwares estatísticos, a leitura dos dados, o cruzamento em diferentes agregações geográficas, e a elaboração de múltiplas tabulações segundo sua perspectiva pessoal de interesse.

    Os arquivos de microdados são acompanhados de uma documentação auxiliar que fornece os nomes, os códigos e as descrições das variáveis e suas categorias, complementada, quando necessário, dos elementos necessários para o cálculo dos erros amostrais.

    Censo 2010

    Atualizações

    11/03/2016 - A variável v1005 - SITUAÇÃO DO SETOR foi incluída nos arquivos de DOMICÍLIO, PESSOA, EMIGRAÇÃO e MORTALIDADE

    Unidades da Federação

    Documentação

    Tabelas - Unidades da Federação e Municípios (em formato zip)

    Censo 2000

    Atualizações

    08/09/2017 - Foi identificado que a variável V0300 não estava no arquivo de domicílio.

    09/03/2016 - Foi identificado que que os arquivos de atividade e ocupação necessitavam incompletos e que era necessário incluir novos códigos na documentação que compatibiliza os códigos de 2000 e 1991.

    19/06/2015 - Foi identificado que partes de alguns registros estavam corrompidos. Os arquivos foram substituídos.

    Unidades da Federação

    Portaria de precedência

    Divulgação dos resultados de indicadores conjunturais

     

    Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
    GABINETE DO MINISTRO
    PORTARIA Nº 355, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2007
    (Publicada no Diário Oficial da União nº 213, Seção 1, de 06.11.2007)

     

    O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II, do artigo 87 da Constituição Federal, resolve:

    Art. 1º - A divulgação dos resultados de indicadores conjunturais produzidos pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE seguirá as seguintes etapas:

    I - às sete horas do dia da divulgação serão encaminhados os resultados, acompanhados de um sumário-executivo elaborado pelo IBGE, para as autoridades da lista de precedência;

    II - às nove horas do dia da divulgação serão encaminhados os resultados para os órgãos de imprensa e disseminados na Internet, através do sítio https://www.ibge.gov.br.

    § 1º. Os técnicos do IBGE estarão disponíveis para prestar esclarecimentos aos usuários sobre os resultados da pesquisa divulgada a partir do encaminhamento de que trata o inciso II do caput.

    § 2º. O disposto nesta portaria aplica-se a qualquer indicador conjuntural produzido pelo IBGE, especialmente aos seguintes:

    I - Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC);

    II - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA);

    III - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E);

    IV - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15);

    V - Pesquisa Mensal de Emprego (PME);

    VI - Contas Nacionais Trimestrais;

    VII - Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Brasil (PIM-PF Brasil);

    VIII - Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional);

    IX - Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário - (PIMES);

    X - Pesquisa Mensal de Comércio (PMC);

    XI - Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI);

    XII - Conjuntura Agropecuária (Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal; Pesquisa Trimestral de Abate de Animais; Pesquisa Trimestral de Leite; Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha; Pesquisa Trimestral do Couro).

    Art. 2° - A relação das autoridades constantes da lista de precedência específica a cada pesquisa de indicadores conjunturais, será divulgada por intermédio de Nota Oficial da Instituição e disseminada no portal do IBGE na Internet, através do sítio https://www.ibge.gov.br

    Art. 3º - As autoridades constantes da lista de precedência deverão observar o mais rigoroso sigilo das informações referentes aos indicadores de que trata esta Portaria, nos termos do disposto na Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990.

    Art. 4º - Revogam-se as Portarias nº 164/MP, de 20 de dezembro de 1999, e nº 167/MP, de 5 de setembro de 2003.

    Art. 5º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

     

    PAULO BERNARDO SILVA 


     O IBGE divulga a relação das autoridades que recebem com precedência os resultados das pesquisas conjunturais produzidas por esta Instituição: 

    Ministro de Estado do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão - Esteves Pedro Colnago Júnior

    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15)
    • Contas Nacionais Trimestrais
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Brasil (PIM-PF Brasil)
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional)
    • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
    • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
    • Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)
    • Conjuntura Agropecuária
      • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
      • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
      • Pesquisa Trimestral de Leite
      • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
      • Pesquisa Trimestral do Couro
    • Índice de Preços ao Produtor - Indústrias Extrativas e de Transformação (IPP)
    • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

     

    Ministro de Estado da Fazenda - Eduardo Refinetti Guardia

    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15)
    • Contas Nacionais Trimestrais
    • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
    • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
    • Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)
    • Conjuntura Agropecuária
      • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
      • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
      • Pesquisa Trimestral de Leite
      • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
      • Pesquisa Trimestral do Couro
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física - Brasil (PIM-PF Brasil)
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional)
    • Índice de Preços ao Produtor - Indústrias Extrativas e de Transformação (IPP)
    • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

     

    Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Blairo Borges Maggi

    • Conjuntura Agropecuária
      • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
      • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
      • Pesquisa Trimestral de Leite
      • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
      • Pesquisa Trimestral do Couro
    • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

     

    Ministro de Estado da Indústria, Comércio e Serviços

    • Contas Nacionais Trimestrais
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física - Brasil (PIM-PF Brasil)
    • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
    • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
    • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

     

    Ministro-Chefe da Casa Civil da Presidência da República - Eliseu Lemos Padilha

    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15)
    • Contas Nacionais Trimestrais
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Brasil (PIM-PF Brasil)
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional)
    • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
    • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
    • Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)
    • Conjuntura Agropecuária
      • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
      • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
      • Pesquisa Trimestral de Leite
      • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
      • Pesquisa Trimestral do Couro
    • Índice de Preços ao Produtor - Indústrias Extrativas e de Transformação (IPP)
    • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

     

    Presidente do Banco Central - Ilan Goldfajn

    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15)
    • Contas Nacionais Trimestrais
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Brasil (PIM-PF Brasil)
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional)
    • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
    • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
    • Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)
    • Conjuntura Agropecuária
      • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
      • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
      • Pesquisa Trimestral de Leite
      • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
      • Pesquisa Trimestral do Couro
    • Índice de Preços ao Produtor - Indústrias Extrativas e de Transformação (IPP)
    • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

     

    Presidente da Caixa Econômica Federal - Nelson Antônio de Souza

      Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)

     

    Ministro de Estado do Trabalho - Hélton Yomura (Interino)

    • Contas Nacionais Trimestrais
    • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

     

    Diretor do Departamento de Estudos Econômicos e Pesquisas do Ministério do Turismo - José Francisco de Salles Lopes

    • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)

     

    Roberto Luís Olinto Ramos
    Presidente do IBGE
    Atualizado em 10 de abril de 2018

      

    Divulgação dos resultados de indicadores estruturais

     

    Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
    GABINETE DO MINISTRO
    PORTARIA Nº 15, DE 27 DE JANEIRO DE 2005
    (Publicada no Diário Oficial da União edição número 20 de 28/01/2005)

     

    O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, INTERINO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, incisos I e II, da Constituição e considerando o disposto no art. 27, inciso XVII, alínea "c", da Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, resolve:

    Art. 1º - Disciplinar os procedimentos a serem observados na divulgação dos resultados de indicadores estruturais produzidos pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.

    Art. 2º Os resultados serão encaminhados pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE ao Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, com antecedência mínima de quarenta e oito horas do horário fixado no art. 3º, inciso I, desta Portaria.

    Art. 3º No dia da divulgação dos resultados dos indicadores de que trata esta Portaria, serão observados:

    I - liberação para a imprensa e disponibilização pela Internet, no endereço: (https://www.ibge.gov.br), às 10 horas;

    II - os técnicos do IBGE somente poderão prestar esclarecimentos sobre os resultados dos indicadores estruturais após a liberação e publicação na forma do inciso I.

    Art. 4º Os servidores que tenham conhecimento prévio dos resultados deverão manter rigoroso sigilo, sob pena de responsabilidade nos termos da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990.

    Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

     

    NELSON MACHADO

     

     

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    Conceitos e métodos - Resultados Gerais da Amostra por áreas de ponderação

    As informações a seguir descrevem os metadados estatísticos, que são o conjunto de conceitos, métodos e aspectos relacionados às estatísticas, e são informações necessárias para compreender as características e a qualidade das estatísticas e interpretá-las corretamente.

    Objetivo

    O Censo Demográfico tem por objetivo contar os habitantes do território nacional, identificar suas características e revelar como vivem os brasileiros, produzindo informações imprescindíveis para a definição de políticas públicas e a tomada de decisões de investimentos da iniciativa privada ou de qualquer nível de governo. Também constitui a única fonte de referência sobre a situação de vida da população nos municípios e em seus recortes internos, como distritos, bairros e localidades, rurais ou urbanas, cujas realidades dependem de seus resultados para serem conhecidas e terem seus dados atualizados.

    Tipo de operação estatística

    Censo demográfico

    Tipo de dados

    Dados de Censo, Dados de pesquisa por amostragem probabilística, Dados agregados

    Periodicidade de divulgação

    Decenal

    Abrangência geográfica

    Nacional

    População-alvo

    O censo brasileiro adota o conceito de população residente ou "de direito", ou seja, a população é enumerada no seu local de residência habitual. Outros países fazem o levantamento da população "de fato", ou seja, no local em que se encontrava na data de referência do censo. Dadas as características continentais do Brasil e a forma de utilização da informação censitária, a escolha vem recaindo em todos os últimos censos sobre o uso da primeira alternativa.

    Metodologia

    A coleta das informações foi conduzida, em geral, através de entrevista presencial (entrevista direta – face a face – com os moradores do domicílio) e ocorreu de acordo com as orientações do IBGE, transmitidas durante as várias etapas do treinamento. Este procedimento foi realizado mediante o contato entre o Recenseador e o morador, e a partir de uma relação de parceria estabelecida entre eles.
    Além desta modalidade tradicional, para o Censo Demográfico 2010 abriu-se a possibilidade, pela primeira vez na história dos Censos no país, de coleta por meio da Internet. O Recenseador poderia oferecer essa alternativa quando houvesse restrições de acesso a áreas específicas, por exemplo, no caso de condomínios fechados; ou quando fosse encontrada qualquer outra dificuldade para fazer a coleta na modalidade entrevista presencial.
    Técnica de coleta:
    CASI - Questionário eletrônico autopreenchido, CAPI - Entrevista pessoal assistida por computador
    Procedimento de amostragem
    A partir do Censo de 1960 foi adotado um modelo de técnica de amostragem probabilística que vem se mantendo para os demais censos, onde utilizou-se dois modelos de questionários: amostra e básico (não amostra).
    O esquema de amostragem utilizado nos Censos Demográficos brasileiros é uma amostra estratificada, considerando como estrato o setor censitário. A seleção de domicílios é feita de forma sistemática, independentemente em cada setor e com equiprobabilidade.
    Nos Censos de 1960, 1970 e 1980 o questionário da amostra foi aplicado em 25% dos domicílios particulares e pessoas nele residentes e 25% das famílias ou pessoas sós residentes em domicílios coletivos.

    Para os Censos de 1991 e 2000, após estudos realizados por especialistas em amostragem, foram adotadas frações amostrais diferenciadas, de acordo com o tamanho da população do município. Assim, os municípios com até 15.000 habitantes tiveram 20% de seus domicílios investigados pelo questionário da amostra e nos municípios com mais de 15.000 habitantes, a fração amostral foi de 10%.

    Diferentemente de censos anteriores, a amostra do Censo 2010 teve cinco frações diferentes usadas de acordo com o total da população do município. Nos municípios com até 2.500 habitantes, a fração amostral foi de 50%, ou seja, em metade do total de domicílios foi aplicado o questionário da amostra. Os que tinham mais de 2.500 até 8.000 habitantes, tiveram a fração amostral de 33%. Nos municípios com mais de 8.000 até 20.000 habitantes, a fração foi de 20%. Já nos que tinham mais de 20.000 até 500 mil habitantes, a fração foi de 10%. E, por fim, nos municípios com população maior que 500 mil, a fração foi de 5%. A definição de mais de duas frações amostrais só se deu em função da facilidade operacional, de aplicação e de controle, permitida com o uso dos computadores de mão na operação de coleta de dados.
    A seleção dos domicílios para a amostra, o que significava definir qual tipo de questionário seria aplicado em um determinado domicílio, foi feita automaticamente no computador de mão (PDA). Os domicílios, cadastrados no PDA, fizeram parte de uma lista da qual a amostra foi selecionada. A seleção é aleatória, independente em cada setor censitário, de acordo com a fração amostral definida para o município, e de forma que seja espalhada geograficamente por toda a extensão do setor censitário.
    Crítica e imputação
    Todos os dados coletados passaram, no momento da entrevista, pelo processo de crítica eletrônica, cuja finalidade era eliminar inconsistências entre as informações dos diversos quesitos do questionário provenientes de equívocos ou não respostas durante a fase da coleta.
    A inovação tecnológica permitiu eliminar a fase posterior a coleta, existente até o Censo Demográfico 2000, denominada transcrição dos dados para meio magnético, seja por digitação ou pelo uso de scanners.
    Com o uso do computador de mão e aproveitando a presença do entrevistado durante o preenchimento do questionário, julgou-se importante que, além dos valores possíveis para cada variável, fossem introduzidas também algumas críticas de incompatibilidades que subsidiassem de forma consistente os recenseadores em relação as variáveis sexo, idade, relação de parentesco etc, e, também, o uso de funções e mensagens de advertência, facilitando o preenchimento do questionário de acordo com os saltos existentes, bem como inibindo determinadas categorias de respostas que, de acordo com a idade declarada, não deveriam ser assinaladas.
    A depuração dos dois conjuntos de dados, universo e amostra, contou com a utilização de quatro softwares; NIM – New Imputation Methodology, CANCEIS – CANadian Census Edit & Imputation System, ambos desenvolvidos pelo Statistics Canada e seguidores da metodologia de Fellegi & Holt, CsPRO – Census and Survey Processing System e SAS – Statistical Analysis Sistem.
    Para as informações referentes às características do domicílio, utilizou-se o sistema de crítica e imputação CANCEIS (Canadian Census Edit and Imputation System), no qual o processo de imputação foi realizado por meio de registros doadores, selecionados aleatoriamente entre os registros sem erros. Quanto as informações referentes as características dos moradores, para a critica das informações relativas a estrutura do domicílio e nupcialidade, utilizou-se o Sistema NIM (New Imputation Methodology), já utilizado pelo IBGE no Censo Demográfico 2000 para os domicílios com até oito moradores. Os registros de pessoas com erro foram corrigidos, automaticamente, através de imputação gerada por domicílios doadores (sem erros). Para os domicílios com mais de oito moradores, foi utilizado o Sistema CsPRO (Census and Survey Processing System), no qual os registros com erro foram corrigidos manualmente a partir de regras preestabelecidas, com intervenção de operadores especialmente treinados. Os temas Migração, Educação, Fecundidade, Trabalho, Rendimento e Deslocamento foram tratados através do Sistema CANCEIS.
    Emigração Internacional, Mortalidade, Deficiência, Religião, Cor ou raca, Etnia e Língua falada pelos indígenas e Registro de nascimento tiveram apenas um tratamento determinístico (imputação de códigos correspondentes a sem declaração ou ignorado) para os casos de não resposta das variáveis.
    O uso do NIM serviu para processar a correção dos possíveis erros detectados entre registros de pessoas, uma vez que, até aquele momento, o CANCEIS não havia sido testado no tratamento de críticas entre registros, relacionando variáveis equivalentes entre duas pessoas.
    A imputação através do NIM pressupõe uma organização dos registros em estratos, cuja variável de estratificação e o número de moradores dos domicílios. Um domicílio é considerado um potencial doador se, para uma determinada aplicação, por exemplo, estrutura do domicílio, para a qual ele foi efetivamente utilizado, ele não possua erros, ou seja, uma vez submetido as regras de crítica, nenhuma falha foi detectada.
    Essa foi uma das razões para que o tamanho dos lotes fosse diferente em algumas de suas etapas, pois, quando os registros são separados em estratos, faz-se necessário trabalhar com lotes maiores, de modo que nos estratos mais rarefeitos (aqueles formados por domicílios com maior número de moradores) seja possível obter doadores para domicílios com erro. Vale destacar que, por ocasião dos testes realizados com dados do Censo Demográfico 2000, tentou-se chegar ao estrato de 12 pessoas, mas a opção se mostrou inviável e, por isso, o tamanho máximo utilizado no Censo Demográfico 2010 foi de oito moradores (mesmo tamanho utilizado no Censo Demográfico 2000).
    Por outro lado, a utilização da correção e imputação automática através do NIM exige o uso de algum outro sistema, como um complemento do NIM, que permita tratar os erros decorrentes de estratos maiores que oito moradores, ou até mesmo de estratos iguais ou menores que oito moradores para os quais não foi possível conseguir um doador. Para tanto, naqueles registros não corrigidos pelo NIM, utilizou-se o software CsPRO. As regras de crítica foram implementadas no ambiente CsPRO e corrigidas online por técnicos devidamente treinados, conhecedores do questionário, através da análise das mensagens de erro.
    Utilizou-se o CsPRO nos dois conjuntos de dados, universo e amostra, assim como em setores não indígenas e naqueles compostos exclusivamente por terras indígenas. Para esses últimos, a detecção e imputação dos erros foi feita exclusivamente pelo CsPRO, uma vez que não foi possível escrever as regras de crítica no NIM, considerando-se que nas terras indígenas havia a possibilidade de registro de mais de um cônjuge em relação a pessoa responsável pelo domicilio.

    Temas

    Temas e subtemas
    Família, Grupos populacionais específicos, Trabalho, Trabalho remunerado, Outras formas de trabalho, Rendimento, despesa e consumo, Estatísticas multidomínio, Gênero, População, Condições de vida, pobreza e desigualdade, Educação, Nupcialidade, Características gerais da população, Habitação, Cultura, recreação e esporte, Sociedade da Informação, Saúde, Componentes da dinâmica demográfica e estatísticas vitais, Proteção social
    Principais variáveis
    Variáveis Geográficas
    • Unidade da Federação
    • Município
    • Região Geográfica
    • Mesorregião
    • Microrregião
    • Região Metropolitana
    • Situação do domicílio

    Variáveis do Registro de Domicílios
    • Espécie
    • Tipo de espécie
    • Domicílio, condição de ocupação
    • Valor do aluguel (em reais)
    • Aluguel em número de salários mínimos
    • Material predominante, paredes externas
    • Cômodos, número
    • Cômodos como dormitório, número
    • Banheiro de uso exclusivo, número
    • Sanitário ou buraco para dejeções, existência
    • Esgotamento sanitário, tipo
    • Abastecimento de água,
    • Abastecimento de água, canalização
    • Lixo, destino
    • Energia elétrica, existência
    • Existência de medidor ou relógio, energia elétrica, companhia distribuidora
    • Rádio, existência
    • Televisão, existência
    • Máquina de lavar roupa, existência
    • Geladeira, existência
    • Telefone celular, existência
    • Telefone fixo, existência
    • Microcomputador, existência
    • Microcomputador com acesso à internet, existência
    • Motocicleta para uso particular,
    • Automóvel para uso particular, existência
    • Morador, número
    • Densidade morador/cômodo
    • Densidade morador/dormitório
    • Emigração internacional
    • Quantas pessoas moravam neste domicílio em 31 de julho de 2010
    • De agosto de 2009 a julho de 2010, faleceu alguma pessoa que morava com você(s) (Inclusive crianças recém-nascidas e idosos
    • A responsabilidade pelo domicílio é de:
    • Rendimento domiciliar, salários mínimos, em julho de 2010
    • Rendimento mensal domiciliar em julho de 2010
    • Rendimento domiciliar, salários mínimos, em julho de 2010
    • Rendimento domiciliar per capita, em julho de 2010 (em reais).
    • Peso
    • Área de ponderação

    Variáveis do registro de Emigração Internacional

    • Unidade da Federação
    • Município
    • Região Geográfica
    • Mesorregião
    • Microrregião
    • Região Metropolitana
    • Situação do domicílio
    • Sexo do emigrante
    • Ano de nascimento do emigrante
    • Ano da última partida do emigrante
    • País de residência em 31 de julho de 2010
    • Peso
    • Área de ponderação

    Variáveis do registro de Mortalidade

    • Unidade da Federação
    • Município
    • Região Geográfica
    • Mesorregião
    • Microrregião
    • Região Metropolitana
    • Situação do domicílio
    • Mês e ano de falecimento
    • Sexo da pessoa falecida
    • Idade ao falecer, em anos
    • Idade ao falecer, em meses
    • Peso
    • Área de ponderação


    Variáveis do Registro de Pessoas

    • Unidade da Federação
    • Município
    • Região Geográfica
    • Mesorregião
    • Microrregião
    • Região Metropolitana
    • Situação do domicílio
    • Relação de parentesco ou de convivência com a pessoa responsável pelo domicílio
    • Ordem da pessoa
    • Sexo
    • Variável auxiliar da idade calculada (anos e meses).
    • Idade calculada em anos:
    • Idade calculada em meses - menores de 1 ano
    • Indicadora da forma de declaração da idade
    • Cor ou raça
    • Registro de nascimento
    • Dificuldade permanente de enxergar
    • Dificuldade permanente de ouvir
    • Dificuldade permanente de caminhar ou subir degraus
    • Deficiência mental/intelectual permanente
    • Nasceu neste município
    • Nasceu nesta Unidade da Federação
    • Nacionalidade
    • Ano que fixou residência no Brasil
    • Unidade da Federação ou país estrangeiro de nascimento
    • Unidade da Federação de nascimento
    • País estrangeiro de nascimento
    • Tempo de moradia na UF
    • Tempo de moradia no município
    • Unidade da Federação e município ou País estrangeiro de moradia antes de mudar-se para este município
    • UF de residência anterior
    • Município de residência anterior
    • País estrangeiro de residência anterior
    • Residência em 31 de julho de 2005
    • UF de residência em 31 de julho de 2005
    • Município de residência em 31 de julho de 2005
    • País estrangeiro de residência em 31 de julho de 2005
    • Sabe ler e escrever
    • Frequenta escola ou creche
    • Curso que frequenta
    • Série/ano que frequenta
    • Série que frequenta
    • Conclusão de outro curso superior de graduação
    • Curso mais elevado que frequentou
    • Conclusão deste curso
    • Espécie do curso mais elevado concluído
    • Curso Superior de Graduação
    • Curso de Mestrado
    • Curso de Doutorado
    • Nível de instrução
    • Município e Unidade da Federação ou país estrangeiro que frequentava escola ou creche
    • Unidade da Federação que frequentava escola ou creche
    • Município que frequentava escola ou creche
    • País estrangeiro que frequentava escola ou creche
    • Vive em companhia de cônjuge ou companheiro(a)
    • Número de ordem do cônjuge ou companheiro(a)
    • Natureza da união
    • Estado civil
    • Trabalhou ganhando em dinheiro, produtos, mercadorias ou benefícios
    • Tinha trabalho remunerado do qual estava temporariamente afastado(a)
    • Ajudou sem qualquer pagamento no trabalho remunerado de morador do domicílio
    • Trabalhou na plantação, criação de animais ou pesca, somente para alimentação dos moradores do domicílio (Inclusive caça e extração vegetal)
    • Quantos trabalhos tinha
    • Ocupação
    • Atividade
    • Nesse trabalho era:
    • Quantas pessoas empregava nesse trabalho
    • Era contribuinte de Instituto de Previdência Oficial em algum trabalho que tinha na semana de 25 a 31 de julho de 2010
    • No trabalho principal, qual era o rendimento bruto (ou retirada) mensal que ganhava habitualmente em julho de 2010
    • Valor do rendimento bruto (ou retirada) mensal no trabalho principal
    • Rendimento no trabalho principal
    • Rendimento no trabalho principal em número de salários mínimos
    • Nos demais trabalhos, qual era o rendimento bruto (ou a retirada) mensal que ganhava habitualmente em julho de 2010
    • Valor do rendimento bruto (ou retirada) mensal nos demais trabalhos (em reais)
    • Rendimento nos demais trabalhos em número de salários mínimos
    • Rendimento em todos os trabalhos, em reais
    • Rendimentos em todos os trabalhos em números de salários mínimos
    • Rendimento mensal total em julho de 2010, em reais
    • Rendimento mensal total em julho de 2010, em salários mínimos
    • Rendimento domiciliar (domicílio particular) em julho de 2010, em reais
    • Rendimento domiciliar (domicílio particular) em julho de 2010, em número de salários mínimos
    • Rendimento domiciliar (domicílio particular) per capita em julho de 2010, em reais
    • Rendimento domiciliar (domicílio particular) per capita em julho de 2010, em número de salários mínimos
    • No trabalho principal, quantas horas trabalhava habitualmente por semana
    • No período de 02 a 31 de julho de 2010, tomou alguma providência, de fato, para conseguir trabalho
    • Se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumi-lo na semana de 25 a 31 de julho de 2010
    • Em julho de 2010, tinha rendimento mensal habitual de aposentadoria ou pensão de instituto de previdência oficial (federal, estadual ou municipal)
    • Em julho de 2010, tinha rendimento mensal habitual de Programa Social Bolsa Família ou Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – PETI
    • Em julho de 2010 tinha rendimento mensal habitual de outros programas sociais ou de transferências
    • Em julho de 2010, tinha rendimento mensal habitual de outras fontes (juros de poupança, aplicações financeiras, aluguel, pensão ou aposentadoria de previdência privada, etc.)
    • Em julho de 2010, qual foi o valor total deste(s) rendimento(s)
    • Em que município e Unidade da Federação ou país estrangeiro trabalha
    • Em que Unidade da Federação trabalhava
    • Em que município trabalhava
    • Em que país estrangeiro trabalhava
    • Retorna do trabalho para casa diariamente
    • Qual o tempo habitual gasto de deslocamento de sua casa até o trabalho
    • Tem mãe viva
    • Número de ordem da mãe da pessoa
    • Quantos filhos e filhas nascidos vivos teve até 31 de julho de 2010
    • Quantos filhos nascidos vivos até 31 de julho de 2010
    • Quantas filhas nascidas vivas teve até 31 de julho de 2010
    • Total de filhos nascidos vivos que teve até 31 de julho de 2010
    • Dos filhos e filhas que teve, quantos estavam vivos em 31 de julho de 2010
    • Dos filhos que teve, quantos estavam vivos em 31 de julho de 2010
    • Das filhas que teve, quantas estavam vivas em 31 de julho de 2010
    • Total de filhos que teve e que estavam vivos em 31 de julho de 2010
    • Qual o sexo do último filho tido nascido vivo até 31 de julho de 2010
    • Idade do(a) último(a) filho(a) tido(a) nascido(a) vivo(a) até 31 de julho de 2010
    • Existência de filho(a) tido(a) nascido(a) vivo(a) no período de referência de 12 meses anteriores a 31/07/2010
    • Este(a) filho(a) estava vivo(a) em 31 de julho de 2010
    • Qual foi o mês e o ano que este(a) filho(a) faleceu
    • Qual foi o mês que este(a) filho(a) faleceu
    • Qual foi o ano que este(a) filho(a) faleceu
    • Quantos filhos e filhas nascidos mortos teve até 31 de julho de 2010
    • Quantos filhos nascidos mortos até 31 de julho de 2010
    • Quantas filhas nascidas mortas até 31 de julho de 2010
    • Quantos filhos e filhas nascidos mortos teve até 31 de julho de 2010
    • Total de filhos tidos nascidos vivos e nascidos mortos
    • Assinale quem prestou as informações desta pessoa
    • Número de ordem do informante (outro morador)
    • Condição de atividade na semana de 25 a 31 de julho de 2010
    • Condição de ocupação na semana de 25 a 31 de julho de 2010
    • Situação de ocupação na semana de 25 a 31 de julho de 2010
    • Posição na ocupação e categoria do emprego no trabalho principal da semana de 25 a 31 de julho de 2010
    • Subgrupo e categoria do emprego no trabalho principal da semana de 25 a 31 de julho de 2010.
    • Peso
    • Área de ponderação
    • Tipo de unidade doméstica
    • Ordem lógica na família
    • Número de Pessoas na Família
    • Rendimento familiar per capita em julho de 2010
    • Rendimento familiar per capita em nº de salários mínimos em julho de 2010
    • Tipo de composição familiar das famílias únicas e conviventes principais
    • Tipo de composição familiar das famílias conviventes secundárias
    Palavras-chave
    Características gerais da população, Emigração internacional, Cor ou Raça, Etnia e Língua Indígena, religião, pessoas com deficiência, Educação, deslocamento, Trabalho, rendimento, Famílias, domicílios, Nupcialidade, fecundidade, migração, Mortalidade

    Unidades de informação

    Unidade de investigação
    Domicílio, Pessoa
    Unidade de análise
    Domicílio, Pessoa, Unidade doméstica, Família
    Unidade informante
    Pessoa.

    Períodos de referência

    Ano - 01/08/2009 a 31/07/2010
    Data (noite) - 31/07/2010 a 01/08/2010
    Mês - 01/07/2010 a 31/07/2010
    Período de 5 anos - 31/07/2005 a 31/07/2010
    Semana - 25/07/2010 a 31/07/2010
    Data de início da coleta
    01/08/2010
    Data do fim da coleta
    31/10/2010

    Disseminação

    Formas de disseminação
    Microdados no Portal do IBGE, Publicação Digital (online), Publicação impressa com CD-ROM
    Nível de desagregação geográfica
    Área de ponderação
    Nível de divulgação
    Os resultados do Censo Demográfico foram divulgados para o Brasil, Grandes Regiões, Unidades da Federação, Mesorregiões e Microrregiões, Municípios, Distritos, Subdistritos, Bairros, setores censitários (resultados do Universo) e áreas de ponderação (arquivos de microdados da amostra).

    Instrumentos de coleta

    Histórico

    Os Censos Demográficos são a principal fonte de informação sobre a situação de vida da população em cada um dos municípios e localidades do País. As demais pesquisas domiciliares são, por exemplo, levantamentos por amostragem, que não são representativas para todos esses níveis geográficos.

    Não só o governo federal e a sociedade civil se beneficiam de informações do censo; a descentralização político-administrativa reinstaurada com a Constituição de 1988 aumentou enormemente a demanda por informações mais desagregadas. Prefeitos, governadores, órgãos municipais e estaduais de planejamento, investidos de maior autonomia e de novas responsabilidades, dependem hoje, como nunca, dos Censos Demográficos para realizarem suas escolhas com base em informações atualizadas sobre a população.

    O primeiro recenseamento da população brasileira foi realizado em 1872, ainda durante o Império, mas foi a partir do Censo 1890, já sob a República, que os censos se tornaram decenais, o que garantiria a operação censitária de 1900, marcada pelo cancelamento dos resultados, na parte referente à cidade do Rio de Janeiro, então Distrito Federal, e a necessidade de se realizar uma nova pesquisa na capital entre 1906 e 1907. Desde então, o Brasil mantém um excelente retrospecto de censos regulares e inovadores; exceto pela não realização dos Censos de 1910 e 1930 em virtude de perturbações de ordem política que marcaram o período.

    Em relação ao Censo Demográfico de 1920, destaca-se não somente a sua realização em meio a um período político que resultaria nos supracitados cancelamentos dos Censos 1910 e 1930, como também seu projeto ousado, uma vez que contemplava não somente aspectos demográficos, como também a situação econômica das várias localidades incluindo-se para tanto o levantamento da produção agrícola e industrial. Sobre o recenseamento de 1920 destaca-se ainda uma relevante cooperação técnica internacional com o U.S Census Bureau no âmbito da tecnologia de apuração dos resultados.

    Em 1940, transcorridos 20 anos da data da realização da última operação censitária, e após a radical transformação da estrutura dos serviços de estatística, realizou-se, a 1º de setembro de 1940, o V Recenseamento Geral do Brasil, o primeiro após a criação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no ano de 1938. Dez anos depois, o recenseamento de 1950 inauguraria a implementação do setor censitário, correspondendo o setor à menor unidade de trabalho.

    A partir de 1960 os recenseamentos passaram a adotar a técnica de amostragem na coleta das informações e os resultados divulgados foram classificados em 2 grupos: Resultados do Universo, que abrange os dados comuns aos dois tipos de questionários, e Resultados da Amostra. Passados dez anos, o Brasil realizou, em 1970, o seu VIII Recenseamento Geral nos mesmos moldes do Censo de 1960, mantendo não somente os instrumentos de coleta como o esquema de amostragem adotado no censo anterior.

    Já em 1980, o IBGE realizou o IX Recenseamento Geral que contou com importantes avanços tecnológicos que permitiram apresentar inovações na sua realização e na divulgação dos resultados. Dentre as inovações do Censo 1980 cabe destacar a utilização do sistema informatizado de acompanhamento de coleta, tornando mais eficiente todo o processo de supervisão e análise dos dados o que permitiu a divulgação dos primeiros resultados no mesmo ano de realização da pesquisa.

    Para a operação do Censo 1990, o IBGE precisava contratar mais de 180 mil pessoas em caráter temporário. Quando a contratação desse contingente foi autorizada, em julho de 1990, não havia mais tempo hábil para se realizar o processo seletivo público dos recursos humanos destinados ao censo, cuja coleta de dados estava programada para se iniciar no mês de setembro. Por tal motivo, o IBGE decidiu realizar o Censo Demográfico de 1990 em 1991.

    A partir do Censo de 1991, utilizaram-se pela primeira vez disquetes e sistemas informatizados de consulta aos microdados e dados agregados como forma de disseminação das informações censitárias.

    O Censo 2000 representou um salto qualitativo em vários aspectos, dentre eles, destacam-se: a conversão, para meio digital, da base cartográfica dos 480 municípios com mais de 50 mil habitantes, compreendendo cerca de 61% da população brasileira; a informatização completa da rede nacional de agências do IBGE, levando a interligação por computador até a ponta de suas mais de 500 agências locais; a inauguração de um site na Internet para informar sobre o andamento da operação do censo, na captura das informações por leitura de caracteres e marcas (scanner), na automatização completa dos processos de crítica dos dados coletados e na formação de um Banco de Dados Multidimensional, para apoiar os processos de análise e tabulação de informações.

    O XII Censo Demográfico realizado no Brasil, o Censo 2010, trouxe consigo importantes transformações nos métodos de trabalho, permitindo ao IBGE oferecer aos seus usuários retratos cada vez mais interativos e espacializados.
    Relevantes avanços, principalmente tecnológicos, alguns já iniciados nos Censos 2007, que englobavam a Contagem da População 2007 e o Censo Agropecuário 2006, ocorreram antes e durante a sua execução, como, por exemplo:
    • A construção de uma base territorial que saiu do modo analógico-digital para o digital, integrando mapas urbano e rural entre si e com o Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos - CNEFE;
    • A incorporação do CNEFE, abrangendo todos os municípios brasileiros e trazendo mais segurança à coleta de dados, além de permitir diversas outras aplicações em outros projetos, como, por exemplo, na seleção de amostras e na utilização do correio ou da Internet para responder a determinadas pesquisas;
    • A utilização de computadores de mão, os PDAs, que trouxe ganho de qualidade ao reduzir as possibilidades de erros na realização das entrevistas, pré-crítica automática e transmissão dos dados aos computadores locais;
    • A utilização de GPS nos PDAs, que permite referenciar elementos físicos, inclusive para posterior utilização em projetos de políticas públicas, a exemplo do que foi realizado com escolas e estabelecimentos de saúde da área rural por ocasião dos Censos 2007; e
    • O preenchimento de questionário pela Internet. Nesse caso, o morador que optava por essa modalidade recebia um envelope contendo e-tickets (códigos de acesso alfanuméricos) que lhe davam acesso ao questionário num site com segurança atestada por autoridade certificadora, garantindo a criptografia e o sigilo das informações prestadas.
    Para testar todos os novos procedimentos resultantes das incorporações tecnológicas, foram realizados dois censos experimentais, avaliações e análises dos censos anteriores, testes cognitivos e provas-piloto para temas específicos, como: Pessoas Portadoras de Deficiência; Migrações Interna e Internacional; Populações Indígenas; Alfabetização; Saneamento, entre outros.

    Esta grandiosa operação teve início em 2007 com o planejamento. A mobilização envolveu 5565 municípios, 316 574 setores censitários, 67,6 milhões de domicílios; cerca de 230 mil pessoas contratadas (coleta, supervisão e apoio, administrativo); centenas de computadores em rede nacional, rede de comunicação em banda larga, 220 mil computadores de mão equipados com receptores GPS, e cerca de 7 mil postos de coleta informatizados.

    Saiba mais

    https://metadados.ibge.gov.br/consulta/estatisticos/operacoes-estatisticas/CD

    Calendário

    Próximas divulgações

    Nenhuma divulgação futura


    Divulgações anteriores

    Nenhuma divulgação passada

    Publicações - Resultados Gerais da Amostra por áreas de ponderação

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    Material de apoio

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    Erramos

    • Correção na base Oracle e no BME de variáveis específicas ao tema indígenas

      Data de publicação: 05/02/2018 12:02

      Descrição: Alguns registros de pessoa que não eram indígenas ou não moravam em terra indígena ficaram com valores registrados indevidamente nas variáveis específicas deste escopo

      Ações: O arquivo foi corrigido e substituído na base Oracle e no BME.


    Participe da Consulta pública aos usuários do Censo Demográfico 2020