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RBMC - Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS

O que é

Conjunto de estações geodésicas, equipadas com receptores GNSS (Global Navigation Satellite Systems) de alto desempenho, que proporcionam, uma vez por dia ou em tempo real, observações para a determinação de coordenadas.

 

Atenção

A RBMC está disponibilizando desde o dia 01/01/2020, arquivos com intervalo de rastreio de 1 segundo no formato RINEX 3. Informações detalhadas sobre a publicação e instruções para a edição destes dados são encontradas abaixo em Informações sobre dados com 1 segundo. Os dados com intervalo de rastreio de 15 segundos nos formatos RINEX 2 e RINEX 3 de todas as estações da RBMC, continuam sendo disponibilizados da mesma forma, sem alterações, na compactação HATANAKA, e no formato RINEX 3, somente para as estações com equipamentos multiconstelação.

Informações sobre dados com 1 segundo

No contexto do Projeto de Ampliação e Modernização da RBMC, a partir de 01/01/2020 a RBMC passou a disponibilizar, gradativamente, dados com intervalo de rastreio de 1 segundo, no formato RINEX 3, das estações abaixo listadas:

Estação com disponibilização de dados em 1 segundo Dados a partir de
AMTE (Tefé/AM) 15/11/2022
APMA (Macapá/AP) 01/08/2021
BABJ (Bom Jesus da Lapa/BA) 15/11/2022
BABR (Barreiras/BA) 30/11/2024
BAIC (Irecê/BA) 01/11/2023
BAPA (Paulo Afonso/BA) 15/11/2022
BELE (Belém/PA) 01/01/2020
BOAV (Boa Vista/RR) 01/01/2020
BRAZ (Brasília/DF) 01/01/2020
CEFE (Vitória/ES) 01/08/2021
CEFT (Fortaleza/CE) 01/08/2021
CORU (Corumbá/MS) 15/11/2022
CUIB (Cuiabá/MT) 01/08/2021
ESNV (Nova Venecia/ES) 30/11/2024
GOGY (Goiânia/GO) 01/08/2021
GOJA (Jataí/GO) 01/11/2023
GUAI (Guaíra/PR) 01/11/2023
IFSC (Florianópolis/SC) 23/12/2021
IMPZ (Imperatriz/MA) 01/11/2023
ITAI (Foz do Iguaçú/PR) 22/10/2020
MABA (Marabá/MA) 15/11/2022
MGBH (Belo Horizonte/MG) 01/01/2020
MGJA (Januaria/MG) 30/11/2024
MGLA (Lavras/MG) 01/11/2023
MGMC (Montes Claros/MG) 30/11/2024
MGTO (Teofilo Otoni/MG) 15/11/2022
MGUB (Uberlândia/MG) 15/11/2022
MSDR (Dourados/MS) 30/11/2024
MSGR (Campo Grande/MS) 01/01/2022
MTGA (Barra do Garças/MT) 15/11/2022
MTJI (Juína/MT) 15/11/2022
NAUS (Manaus/AM) 01/08/2021
NEIA (Cananéia/SP) 01/11/2023
PAAR (Altamira - UFPA/PA) 30/11/2024
PBCG (Campina Grande/PB) 30/11/2024
PBJP (João Pessoa/PB) 01/08/2021
PERC (Recife/PE) 01/08/2021
PITN (Teresina/PI) 01/08/2021
POAL (Porto Alegre/RS) 01/01/2020
POLI (São Paulo/SP) 01/01/2020
POVE (Porto Velho/RO) 01/01/2020
PPTE (Presidente Prudente/SP) 15/11/2022
PRGU (Guarapuava/PR) 15/11/2022
RIOB (Rio Branco/AC) 01/08/2021
RJCG (Campos dos Goytacazes/RJ) 01/11/2023
RJNI (Niterói UFF/RJ) 01/08/2021
RNNA (Natal/RN) 19/04/2022
ROGU (Guajara-Mirim - IFRO/RO) 30/11/2024
ROJI (Ji-Parana/RO) 15/11/2022
RSCL (Cerro Largo/RS) 01/11/2023
RSPF (Passo Fundo/RS) 15/11/2022
SALU (Sao Luis/MA) 01/01/2020
SAVO (Salvador/BA) 01/01/2020
SCCA (Caçador/SC) 15/11/2022
SCAQ (Araquari/SC) 18/08/2023
SCCR (Criciúma/SC) 01/11/2023
SEAJ (Aracajú/SE) 01/08/2021
SJSP (Sao José dos Campos/SP) 01/08/2021
SPC1 (Campinas - UNICAMP/SP) 30/11/2024
TOGU (Gurupi/TO) 30/11/2024
TOPL (Palmas/TO) 01/01/2020
UFPR (Curitiba/PR) 01/01/2020
VICO (Viçosa/MG) 15/11/2022

O projeto também prevê a ampliação gradativa das estações com disponibilização de dados em 1 segundo.

Os dados estão organizados em arquivos de 15 minutos, em função do tamanho em armazenamento; e são publicados a cada 15 minutos no servidor de ftp do IBGE https://geoftp.ibge.gov.br/informacoes_sobre_posicionamento_geodesico/rbmc/
dados_RINEX3_1s/
. A estrutura dos diretórios e o passo a passo para a junção dos arquivos, bem como, a conversão para a versão RINEX 2 podem ser acessados clicando aqui

Os dados com intervalo de rastreio de 15 segundos em RINEX 2 e RINEX3 destas estações e das demais estações da RBMC, continuam sendo disponibilizados da mesma forma, sem alterações, na compactação HATANAKA, e no formato RINEX 3, somente para as estações com equipamentos multiconstelação.

Informações sobre compressão Hatanaka

A RBMC passou a disponibilizar desde o dia 21/12/2017 todas as observáveis rastreadas pelos receptores, ou seja, dependendo do modelo do receptor o arquivo de observação pode conter todas as observáveis rastreadas das constelações GPS, GLONASS, GALILEO e SBAS, melhorando o serviço para pós-processamento com respeito a quantidade de observações e de constelações. Assim, para reduzir o tamanho dos arquivos e facilitar o download, passamos utilizar o formato de compressão HATANAKA.

O algoritmo de compressão HATANAKA foi desenvolvido pelo pesquisador japonês Yuki Hatanaka, do Geospatial Information Authority of Japan (GSI). Sua estratégia consiste em aglutinar informações redundantes e com isso permitir uma redução significativa do tamanho do arquivo.

Vale salientar que, com as novas constelações GNSS e com a adição de novas observáveis implementadas com a modernização dos sistemas, os arquivos de observações tendem a aumentar consideravelmente de tamanho nos próximos anos.

Dessa forma, elencamos as principais vantagens de se utilizar o Hatanaka:
1. Economia de espaço nos dispositivos de armazenamento;
2. Ganho de desempenho nas transferências (download);
3. Possibilidade de uma maior série histórica de dados on-line.

Para realizar a descompressão do arquivo, deve-se realizar o download do programa CRX2RNX na página do GSI (http://terras.gsi.go.jp/ja/crx2rnx.html). Com o objetivo de auxiliar nossos usuários na conversão, também disponibilizamos um passo-a-passo para realizar o procedimento.

O software CRX2RNX disponibilizado pelo GSI é de livre distribuição. Pede-se aos usuários que, em seus trabalhos, observem o que está preconizado no arquivo LICENSE.txt.

Saiba mais sobre o Hatanaka em https://www.unavco.org/software/data-processing/preprocessing/preprocessing.html#hatanaka 

Informações sobre RINEX 3

O formato RINEX3 suporta todos os sinais das constelações GPS, GLONASS, Galileo, BeiDou, IRNSS, QZSS e SBAS, portanto as estações da RBMC equipadas com receptores multiconstelação, ou seja, que rastreiam constelações além de GPS e GLONASS, passaram a ter seus dados disponibilizados também no formato RINEX 3 a partir de 30/08/2018.

Os arquivos são disponibilizados diariamente com intervalo de 15 segundos, no endereço https://geoftp.ibge.gov.br/informacoes_sobre_posicionamento_geodesico/rbmc/dados_RINEX3/, com dupla compressão, Hatanaka (.crx) e gzip (.gz).

O arquivo de navegação é publicado separadamente no diretório /ano/orbitas/.

A nomenclatura dos arquivos segue a estrutura universal, descrita abaixo:

Arquivo de dados de rastreio no formato RINEX 3:
XXXX00BRA_R_AAAADDDHHMM_01D_15S_MO.crx.gz

XXXX00BRA – Nome da estação, tipo de estação e código do país;
R – Arquivo gerado por um receptor GNSS;
AAAADDD0000 – Ano, dia do ano, hora e minuto;
15S – Intervalo de rastreio;
MO – Indica que o arquivo é de observações;
crx – Compressão Hatanaka;
gz – Gzip.

Arquivo de navegação no formato RINEX 3:
BRDC00WRD_R_AAAADDDHHMM_01D_MN.rnx.gz

MN – Indica que o arquivo é de navegação

Mais informações sobre o formato RINEX 3 em https://kb.igs.org/hc/en-us/articles/201096516-IGS-Formats

Acesso aos dados RINEX 3 - https://geoftp.ibge.gov.br/informacoes_sobre_posicionamento_geodesico/rbmc/dados_RINEX3/

 

Para acessar a página da RBMC-IP, clique aqui.

Para acessar o Twitter da RBMCclique aqui.

Parcerias

A implementação e manutenção da RBMC conta com o apoio das seguintes instituições:

  • Companhia Docas do Ceará - CDC
  • Companhia Docas de Imbituba - CDI
  • Companhia Docas de Santana - CDS
  • Companhia Energética de Minas Gerais - CEMIG
  • Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - CENSIPAM
  • Cia. de Desenvolvimento dos Vales do Sâo Francisco e do Parnaíba - CODEVASF
  • Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia - CONDER
  • Departamento de Tráfego e Controle do Espaço Aéreo - DTCEA-BV
  • Dtcea- São Gabriel da Cachoeira - DTCEA-SGC
  • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA
  • Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais - EPAMIG
  • Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP - EACH
  • Exército Brasileiro - EB
  • Força Aérea Brasileira - FAB
  • Fundação MS
  • Fundação Nacional do Índio - FUNAI
  • Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística/Dgc/Cged - IBGE
  • Instituto Federal Baiano - IF Baiano
  • Instituto Federal Catarinense - IFC
  • Instituto Federal da Paraíba (Campus João Pessoa) - IFPB
  • Instituto Federal de Educação, Ciên. e Tecnolog. do Espírito Santo - IFES
  • Instituto Federal de Educação, Ciên. e Tecnolog. do Maranhão - IFMA
  • Instituto Federal de Educação, Ciênc. e Tecnolog. de Santa Catarina / Chapecó - IFSC
  • Instituto Federal de Educação, Ciên. e Tecnolog. do Sul de Minas - IFSULMINAS
  • Instituto Federal de Goiás (Campus Goiânia)
  • Instituto Federal de Goiás (Campus Uruaçu)
  • Instituto Federal de Santa Catarina
  • Instituto Federal do Amapá - IFAP
  • Instituto Federal de Mato Grosso do Sul - IFMS
  • Instituto Federal do Mato Grosso - IFMT
  • Itaipu Binacional
  • Instituto Geográfico e Cartográfico do Estado de São Paulo - IGC
  • Instituto Militar de Engenharia - IME
  • Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - INCRA
  • Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídrico - INEMA
  • Instituto de Gestão Das Águas e Clima - INGÁ
  • Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE
  • Instituto Oceanografico da Usp - IOUSP
  • Marinha do Brasil - MB
  • Observatório Nacional - ON
  • Petroleo Brasileiro S.A. - PETROBRAS
  • Prefeitura Municial de Barcelos - PMB
  • Prefeitura Municipal de Canarana - PMC
  • Prefeitura Municipal de Itiquira
  • Prefeitura Municipal de Nova Mutum
  • Prefeitura Municipal de Parintins - PMP
  • Prefeitura Municipal de Sorriso - PMS
  • Secretaria de Meio Ambiente da Bahia - SEMA - BA
  • SESC Pantanal
  • Sipam-Am - SIPAM-AM
  • Universidade de Passo Fundo - UPF
  • Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC
  • Universidade do Estado do Amazonas - UEA
  • Universidade Estadual de Maringá - UEM
  • Universidade do Estado do Mato Grosso - UNEMAT
  • Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul - UEMS
  • Universidade Estadual do Maranhão - UEMA
  • Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB
  • Universidade Federal de Alagoas - UFAL
  • Universidade Federal de Campina Grande - UFCG
  • Universidade Federal do Semi-Árido - UFERSA
  • Universidade Federal Fluminense - Campos dos Goytacazes - UFF
  • Universidade Federal de Goíás - UFG
  • Universidade Federal de Pernambuco - UFPE
  • Universidade Federal do Pará - UFPA
  • Universidade Federal do Paraná - UFPR
  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul - Instituto de Geociências - UFRGS
  • Universidade Federal de Santa Maria - Centro de Ciências Rurais - UFSM
  • Universidade Federal do Tocantins - UFT
  • Universidade Federal de Uberlândia - UFU
  • Universidade Federal de Viçosa - UFV
  • Universidade Luterana do Brasil - ULBRA
  • Universidade Estadual de Alagoas - UNEAL
  • Universidade do Estado da Bahia - UNEB
  • Universidade Estadual Paulista - UNESP
  • Universidade Estadual de Campinas - Fec - UNICAMP
  • Universidade Estadual do Centro Oeste - UNICENTRO
  • Universidade Anhanguera-Uniderp - Campo Grande - UNIDERP
  • Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF
  • Universidade Regional do Cariri - URCA
  • Universidade de São Paulo - USP
  • 53º Batalhao de Infantaria de Selva - 53 BIS

Sobre a publicação - Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS

Sobre a RBMC

A utilização da tecnologia GNSS (Global Navigation Satellite System) provocou uma verdadeira revolução nas atividades de navegação e posicionamento. Os trabalhos geodésicos e topográficos passaram a ser realizados de forma mais rápida, precisa e econômica. À medida que as técnicas de posicionamento evoluem, diversas aplicações em tempo real e pós-processado têm surgido, tornando o papel da RBMC cada vez mais amplo.

Nas aplicações geodésicas e topográficas do GNSS está implícita a utilização do método relativo, isto é, ao menos uma estação de coordenadas conhecidas é também ocupada simultaneamente à ocupação dos pontos desejados. As estações da RBMC desempenham justamente o papel do ponto de coordenadas conhecidas pertencentes ao Sistema Geodésico Brasileiro (SGB), eliminando a necessidade de que o usuário imobilize um receptor em um ponto que, muitas vezes, oferece grandes dificuldades de acesso. Além disso, os receptores que equipam as estações da RBMC são de alto desempenho, proporcionando observações de grande qualidade e confiabilidade.

Caracterização

As estações da RBMC são materializadas através de pinos de centragem forçada, especialmente projetados, e cravados em pilares estáveis. A maioria dos receptores da rede possui a capacidade de rastrear satélites GPS e GLONASS, enquanto alguns rastreiam apenas GPS. Esses receptores coletam e armazenam continuamente as observações do código e da fase das ondas portadoras transmitidos pelos satélites das constelações GPS ou GLONASS.

Cada estação possui um receptor e antena geodésica, conexão de Internet e fornecimento constante de energia elétrica que possibilita a operação contínua da estação.

As coordenadas das estações da RBMC são outro componente importante na composição dos resultados finais dos levantamentos a ela referenciados. Nesse aspecto, a grande vantagem da RBMC é que todas as suas estações fazem parte da Rede de Referência SIRGAS (Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas), cujas coordenadas finais têm precisão da ordem de ± 5 mm, configurando-se como uma das redes mais precisas do mundo. Outro papel importante da RBMC é que suas observações vêm contribuindo, desde 1997, para a densificação regional da rede do IGS (International GPS Service for Geodynamics), garantindo uma melhor precisão dos produtos do IGS – tais como órbitas precisas – sobre o território brasileiro.

Operação

A operação das estações da RBMC é totalmente automatizada. As observações são organizadas, ainda na memória do receptor, em arquivos diários, correspondendo a sessões iniciando às 00h 01min e encerrando às 24h 00min (tempo universal), com intervalo de rastreio de 15 seg.

Depois do encerramento de uma sessão, os arquivos com as respectivas observações são transferidos do receptor para o Centro de Controle da Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS - RBMC - Kátia Duarte Pereira, na Coordenação de Geodésia (Rio de Janeiro-RJ). A partir deste ponto são criados novos arquivos em formato padrão RINEX2, nos quais é realizado um controle de qualidade das observações. Em seguida os arquivos de dados RINEX2 e as órbitas transmitidas são compactados e disponibilizados na área de download do portal do IBGE.

Ocasionalmente, algumas perdas de dados devido a problemas de conexão de Internet e de falta de energia podem ocorrer, e são imediatamente comunicados através do Twitter da RBMC (https://twitter.com/IBGE_RBMC). Na medida do possível os dados são recuperados assim que a situação é normalizada. Entretanto, devido à limitação de memória em alguns receptores, os dados podem ser perdidos. Diante disso, antes de realizar um levantamento, recomendamos verificar a situação da estação que será utilizada através dos canais fornecidos.

Observação: solicitamos aos usuários da RBMC que citem em seus trabalhos que os dados foram disponibilizados pelo IBGE, mantenedor do projeto RBMC. Pedimos também que não repassem os dados, mas orientem outros usuários interessados a realizem o download através da página do IBGE (RBMC) ou solicitem os dados diretamente ao IBGE através do formulário de atendimento disponível em:https://www.ibge.gov.br/atendimento.html

Acesso ao produto - Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo dos Sistemas GNSS

Banco de Dados Geodésicos

Aplicativo

Tutorial

Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais - INDE

Visualizador

Metadados

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