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Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo

Sobre - 2020

Com esta publicação, o IBGE apresenta o padrão demográfico das empresas formais brasileiras, em particular, os seus movimentos de entrada, saída e sobrevivência do mercado em 2020, bem como o perfil das empresas de alto crescimento, em razão de sua importância na geração de postos de trabalho assalariado, e das empresas gazelas. 

As abordagens têm como base de dados o Cadastro Central de Empresas - Cempre, sendo também utilizadas, no caso das estatísticas de empreendedorismo, informações das pesquisas estruturais por empresas nas áreas de Indústria, Construção, Comércio e Serviços, realizadas pelo Instituto, para o conjunto das empresas de alto crescimento, isto é, aquelas com aumento médio do pessoal ocupado assalariado de pelo menos 20% ao ano, por um período de três anos, e com 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas no ano inicial de observação.

O estudo Demografia das Empresas apresenta as taxas de entrada, saída e sobrevivência, segundo o porte e a atividade econômica das empresas. Traz ainda informações sobre o pessoal ocupado assalariado, segundo o sexo e a escolaridade, por tipo de evento demográfico; um estudo da evolução da sobrevivência, até 2020, das entidades nascidas em 2015; análise evolutiva da mobilidade, por porte, das sobreviventes desde 2012; e considerações sobre a dinâmica de entrada e saída das unidades locais das empresas sobreviventes, com avaliação de resultados regionais, inclusive sobre a sobrevivência das unidades nascidas em 2010. O estudo Estatísticas de Empreendedorismo, por sua vez, focaliza o tema a partir das empresas de alto crescimento e das empresas gazelas, um subgrupo formado pelas empresas de alto crescimento mais jovens, situadas na faixa de três até cinco anos no ano de referência. A análise, segundo o porte e a atividade econômica, comenta o impacto dessas entidades na geração de postos de trabalho assalariado no período de 2017 a 2020 e discorre sobre sua participação no valor adicionado bruto, na produtividade do trabalho e na receita líquida em relação àquelas com 10 ou mais pessoas assalariadas em 2020.

Ambos os estudos são elaborados em conformidade com os conceitos definidos nos documentos EUROSTAT-OECD manual on business demography statistics e Measuring entrepreneurship: a collection of indicators, da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico - OCDE (Organisation for Economic Co-operation and Development - OECD), o que reflete o compromisso do IBGE com a comparabilidade internacional de suas estatísticas.

A publicação inclui notas técnicas com informações sobre os procedimentos metodológicos utilizados neste estudo conjunto, além de um glossário com os termos e conceitos considerados relevantes para a compreensão dos resultados.

O IBGE disponibiliza ainda, em seu portal na Internet, o plano tabular completo, contemplando os dois temas, inclusive com eventos demográficos por Municípios das Capitais.

O conjunto dessas informações oferece valiosa contribuição aos órgãos governamentais e às instituições da sociedade civil para o desenvolvimento e o aprofundamento de outros projetos relacionados aos temas e concorre, especialmente, para o debate sobre a dimensão e a importância do empreendedorismo no País, assunto que tem relevância cada vez mais acentuada na economia, tanto em nível nacional quanto global.


Publicação complementar:
Estatísticas do cadastro central de empresas

Tabelas - 2020

Informações do CEMPRE

Empresas

Tabela 1.1 (xlsx | ods

Tabela 1.2 (xlsx | ods)

Tabela 1.3 (xlsx | ods)

Unidades Locais

Tabela 1.4 (xlsx | ods)

Tabela 1.5 (xlsx | ods)

Tabela 1.6 (xlsx | ods)

Geração de Postos de Trabalho

Tabela 1.7 (xlsx | ods)

 

Informações das Pesquisas Estruturais

Tabela 2.1 (xlsx | ods)

 

Índice de tabelas

 

Quadro 1 - Apresentação das tabelas segundo o conteúdo (xlsx | ods)

Conceitos e métodos - 2020

As informações a seguir descrevem os metadados estatísticos, que são o conjunto de conceitos, métodos e aspectos relacionados às estatísticas, e são informações necessárias para compreender as características e a qualidade das estatísticas e interpretá-las corretamente.

Informações Gerais

Objetivo
A demografia das empresas tem como objetivo analisar aspectos da dinâmica demográfica do segmento formal das empresas brasileiras, com base nas informações do Cadastro Central de Empresas - CEMPRE, do IBGE. A partir do ano de referência de 2016, a publicação passa a contemplar também as Estatísticas de Empreendedorismo, destacando a importância das empresas de alto crescimento na geração de postos de trabalho assalariados formais e sua participação no valor adicionado bruto, na produtividade do trabalho e na receita líquida das empresas com 10 ou mais pessoas assalariadas. Com isso, a publicação conjunta passa a ter a denominação: "Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo".
Tipo de operação estatística
Estudo sobre demografia de empresas
Tipo de dados
Dados de Censo
Periodicidade de divulgação
Anual
População-alvo
Nesse estudo são consideradas informações das empresas formalmente constituídas e suas respectivas unidades locais. São analisadas apenas as entidades empresariais.

Metodologia


Até o estudo de 2006, a metodologia adotada seguia as indicações a seguir:

A identificação da entrada, da saída e da sobrevivência das empresas no estudo da Demografia das Empresas foi realizada através da comparação dos códigos de Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ das empresas existentes no final do ano anterior ao de referência no CEMPRE com aquelas existentes no final do ano de referência. Designou-se que:

- a empresa foi criada se o seu código de registro no CNPJ está ausente no cadastro do ano anterior e consta no cadastro do ano de referência.

- a empresa estava extinta se o seu código de registro no CNPJ está presente no cadastro do ano anterior e não consta no cadastro do ano de referência; e

- a empresa foi considerada sobrevivente se seu CNPJ existia nos dois anos, no anterior e no de referência.

Com base nas informações obtidas através da aplicação do critério acima descrito, foram calculadas as taxas de entrada, de saída e de sobrevivência das empresas.

A partir do estudo do ano de referência 2008 temos:

1) Mudança metodológica para identificação de unidades ativas, cujo critério de seleção se baseia agora na condição de atividade, que é um conjunto de indícios que avaliam de forma simultânea situações cadastrais das fontes de atualização no ano de referência, o número de pessoas assalariadas e o indicador de atividade da RAIS.
2) Utilização da CNAE - Classificação Nacional de Atividades Econômicas versão 2.0.
3) Inclusão de novas variáveis e mudanças metodológicas em algumas já existentes.
- Entrada de empresa/unidade local: o número de entrada refere-se ao número de empresas/unidades locais ativas no ano de referência, mas que não estavam ativas no ano anterior. Representam o conjunto formado pelo nascimento e pela reentrada (ou reativações) de empresas/unidades locais;
- Nascimento de empresa: ocorre quando uma empresa realmente inicia atividade. O número de nascimento de empresas é derivado da entrada e da remoção de reentradas. Não inclui entradas devido mudanças de atividade;
- Reentrada: ocorre quando uma unidade recomeça atividade após um período de interrupção temporária de pelo menos um ano. A reentrada pode ser desmembrada em dois tipos: reentrada proveniente de reativações reais da atividade econômica e as provenientes de falhas no preenchimento do registro administrativo;
- Saída de empresa/unidade local: refere-se ao número de empresas/unidades locais que não estavam ativas no ano de referência, mas que estavam ativas no ano anterior;
- Sobrevivência: uma unidade é considerada sobrevivente se ela está ativa no ano de referência e no ano anterior;
- Empresa de alto crescimento: trata-se da empresa com crescimento médio de pessoal ocupado assalariado igual ou maior que 20% ao ano, por um período de três anos. Foram consideradas empresas com 10 ou mais pessoas assalariadas no ano inicial de observação; e
- Empresa "gazela": é uma empresa de alto crescimento com até oito anos de idade no ano de referência.

A partir do ano de referência 2011, todo o processo de apropriação de registros da RAIS passou a ser feito a partir dos registros individualizados dos empregados.

Ressalta-se que a utilização do CEMPRE apresenta a impossibilidade, até o momento, de tratar as mudanças nos arranjos corporativos das empresas (fusões, cisões etc.).

A partir do ano de referência 2016, para a realização desse estudo, foram utilizadas informações provenientes do CEMPRE e das pesquisas estruturais por empresas do IBGE nas áreas de Indústria, Construção, Comércio e Serviços. Uma vez delimitado o conjunto de empresas de alto crescimento a partir das informações existentes no CEMPRE, pode-se explorar a estrutura econômica destas nas seguintes pesquisas estruturais por empresas do IBGE: Pesquisa Industrial Anual - Empresa - PIA - Empresa; Pesquisa Anual da Indústria da Construção - PAIC; Pesquisa Anual de Comércio - PAC; e Pesquisa Anual de Serviços - PAS.

Também a partir do ano de referência 2016 temos uma mudança metodológica na variável Empresa "gazela": empresa de alto crescimento com até cinco anos de idade no ano de referência.
Técnica de coleta:
CATI - Entrevista por telefone assistida por computador, Transcrição de documento administrativo, Transcrição de pesquisas estruturais econômicas

Temas

Temas e subtemas
Estatísticas multidomínio, Outras estatísticas econômicas não especificadas anteriormente, Empreendedorismo
Principais variáveis
Até o ano de referência 2006:
- Densidade de criação das unidades locais
- Densidade restrita de criação das unidades locais
- Número de Empresas
- Idade da empresa
- Pessoal ocupado assalariado
- Pessoal ocupado total
- Salário médio mensal
- Taxa de entrada no mercado
- Taxa de saída do mercado
- Taxa de sobrevivência
- Número de Unidades locais
- Unidade sobrevivente

A partir do estudo do ano de referência 2008:
- Número de Empresas
- Empresa de alto crescimento
- Empresa "gazela"
- Entrada
- Idade média das empresas
- Nascimento
- Pessoal ocupado assalariado
- Pessoal ocupado total
- Reentrada
- Saída
- Salário médio mensal
- Salário mínimo mensal médio
- Salário e outras remunerações
- Sobrevivência
- Taxa de empresas de alto crescimento
- Taxa de empresas "gazelas"
- Taxa de entrada das empresas
- Taxa de saída das empresas
- Taxa de sobrevivência das empresas
- Número de Unidades locais

A partir do estudo do ano de referência 2016:
- Empresa de alto crescimento
- Empresa "gazela"
- Entrada
- Geração de pessoal ocupado assalariado
- Idade média das empresas
- Nascimento
- Número de empresas
- Número de unidades locais
- Pessoal ocupado assalariado
- Pessoal ocupado total
- Produtividade
- Receita bruta
- Receita operacional líquida
- Reentrada
- Saída
- Salário médio mensal
- Salário mínimo mensal médio
- Salário e outras remunerações
- Sobrevivência
- Taxa de empresas de alto crescimento
- Taxa de empresas "gazelas"
- Taxa de entrada das empresas
- Taxa de saída das empresas
- Taxa de sobrevivência das empresas
- Valor adicionado bruto

Unidades de informação

Unidade de investigação
Unidade local, Empresa
Unidade de análise
Empresa, Unidade local
Unidade informante
Empresa, Unidade local.

Períodos de referência

Ano - 01/01/2020 a 31/12/2020

Disseminação

Formas de disseminação
Publicação Digital (online), Banco de Dados Agregados - SIDRA
Nível de desagregação geográfica
Município
Nível de divulgação
Até 2006, Brasil, Grandes Regiões e UFs. A partir de 2008, foram incluídos os municípios das capitais.

Histórico

O estudo da demografia das empresas teve início na publicação das Estatísticas do Cadastro Central de Empresas 2000 como parte integrante da análise dos resultados, onde manteve-se até 2004. Nos anos de referência 2005 e 2006, tornou-se uma publicação da série Estudos e Pesquisas, com base na CNAE 1.0. No ano de referência 2008, o estudo apresenta uma nova metodologia em virtude da adoção de novos critérios de seleção de empresas ativas no CEMPRE, da utilização da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE 2.0 e da compatibilização de uma série de indicadores em conformidade com a metodologia internacional elaborada pela OCDE - Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico.
No estudo de 2008 são apresentadas, como nos anos anteriores, as taxas de entrada, saída e sobrevivência segundo o porte das empresas e as atividades econômicas, assim como a mobilidade das empresas por porte. Contudo, pela primeira vez, são mostradas informações sobre as empresas de alto crescimento e as empresas "gazelas" existentes na economia brasileira, além do seu impacto na geração de postos de trabalho assalariados formais entre 2005 e 2008. São apresentados também os resultados regionais. No estudo de 2009, além dos indicadores disponibilizados em 2008, foram incorporadas informações de sexo e nível de escolaridade do pessoal assalariado das empresas de alto crescimento na análise de resultados. A partir de 2016, o IBGE divulga um estudo conjunto que compreende a demografia das empresas formais brasileiras e as estatísticas de empreendedorismo.

Saiba mais

https://metadados.ibge.gov.br/consulta/estatisticos/operacoes-estatisticas/DE

O que é

Discorre sobre o padrão demográfico das empresas formais brasileiras, em particular, os seus movimentos de entrada, saída e sobrevivência do mercado, bem como sobre o perfil socioeconômico das empresas de alto crescimento e das empresas gazelas, em razão de sua importância na geração de postos de trabalho assalariados no triênio. As definições de empresas de alto crescimento e empresas gazelas adotadas pelo IBGE, cabe destacar, estão de acordo com os documentos EUROSTAT-OECD manual on business demography statistics e Measuring entrepreneurship: a collection of indicators, publicados em 2007 e 2009, respectivamente: empresas de alto crescimento apresentam aumento médio do pessoal ocupado assalariado de pelo menos 20% ao ano por um período de três anos e têm 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas no ano inicial de observação; empresas gazelas constituem um subgrupo das empresas de alto crescimento e abrangem aquelas com idade até 5 anos, no ano de referência.

O estudo Demografia das Empresas teve início em 2005, enquanto o estudo Estatísticas de Empreendedorismo, em 2008, com resultados divulgados em publicações específicas. Em razão da similaridade das bases de dados utilizadas por ambos e do âmbito das entidades empresariais, associados, ainda, à necessidade de otimização dos recursos da Instituição para possibilitar o desenvolvimento de outras análises temáticas, optou-se por reuni-los, a partir do ano de referência de 2016, em uma única publicação. Os dois estudos adotam a Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE 2.0 e têm como base de dados o Cadastro Central de Empresas - CEMPRE do IBGE, sendo também utilizadas, no caso das estatísticas de empreendedorismo, informações das pesquisas estruturais por empresas nas áreas de Indústria, Construção, Comércio e Serviços realizadas pelo Instituto.

O estudo Demografia das Empresas fornece as taxas de entrada, saída e sobrevivência, segundo o porte e a atividade econômica das empresas. O estudo Estatísticas de Empreendedorismo tem como foco a geração de postos de trabalho assalariados formais pelas empresas de alto crescimento e sua participação no valor adicionado bruto, na produtividade do trabalho e na receita líquida das empresas com 10 ou mais pessoas assalariadas.

A periodicidade dos estudos é anual e sua abrangência geográfica é nacional. Os movimentos de entrada, saída e sobrevivência das empresas são divulgados para Brasil, Grandes Regiões, Unidades da Federação e Municípios das Capitais. Os indicadores socioeconômicos das empresas de alto crescimento e das empresas gazelas são divulgados para Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação.

Downloads

Informações técnicas

Considerações metodológicas sobre a Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo podem ser obtidas no capítulo Notas técnicas de suas publicações de resultados.

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