Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária

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O que é

A Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária investiga todos os estabelecimentos de saúde existentes no País que prestam assistência à saúde individual ou coletiva, públicos ou privados, com ou sem fins lucrativos, em regime ambulatorial ou de internação, incluindo aqueles que realizam exclusivamente serviços de apoio à diagnose e terapia e controle regular de zoonoses, com o objetivo básico de revelar o perfil da capacidade instalada e da oferta de serviços de saúde no Brasil.

Com esta publicação, o IBGE traz a público os resultados obtidos pela pesquisa em 2009, abrangendo aspectos como o número de estabelecimentos existentes, por esfera administrativa, condição de funcionamento, categoria e tipo de atendimento; serviços oferecidos por modalidade de agente financiador (SUS, particular e convênio); pessoal ocupado; leitos existentes e volume de internações nos estabelecimentos com internação; além de informações sobre os equipamentos médico-hospitalares em condições de uso nos estabelecimentos investigados, segundo Grandes Regiões, Unidades da Federação e Municípios das Capitais. Para algumas variáveis, são apresentadas séries retrospectivas que possibilitam conhecer a evolução dessas estatísticas ao longo do período de 1976 – início dos primeiros resultados da pesquisa sob a responsabilidade do IBGE – até 2009, em sua mais recente edição.

A publicação apresenta, ainda, notas técnicas sobre a pesquisa, análise que destaca as principais diferenças interregionais observadas na distribuição dos indicadores selecionados, ilustrada com tabelas, gráficos e mapas, e um glossário com os conceitos considerados relevantes para a compreensão dos resultados. Essas informações estão disponíveis no CD-ROM que a acompanha e no portal do IBGE na Internet, onde podem ser encontrados, também, os microdados da pesquisa para facilitar a exploração de sua base de dados segundo perspectivas diversas. A realização da Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária tem o apoio do Minis¬tério da Saúde. Seus resultados contribuem para a identificação das demandas regionais de investimentos públicos no setor e, em conjunto com outros indicadores, subsidiam a implementação de programas mais diversificados de modo a suprir as carências específicas identificadas em prol de um acesso mais abrangente da população aos serviços de saúde no País.

Publicado em 20/04/2017 às 17:48
Atualizado em 05/02/2018 às 13:05

Sobre - 2009

A Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária investiga todos os estabelecimentos de saúde existentes no País que prestam assistência à saúde individual ou coletiva, públicos ou privados, com ou sem fins lucrativos, em regime ambulatorial ou de internação, incluindo aqueles que realizam exclusivamente serviços de apoio à diagnose e terapia e controle regular de zoonoses, com o objetivo básico de revelar o perfil da capacidade instalada e da oferta de serviços de saúde no Brasil.

Com esta publicação, o IBGE traz a público os resultados obtidos pela pesquisa em 2009, abrangendo aspectos como o número de estabelecimentos existentes, por esfera administrativa, condição de funcionamento, categoria e tipo de atendimento; serviços oferecidos por modalidade de agente financiador (SUS, particular e convênio); pessoal ocupado; leitos existentes e volume de internações nos estabelecimentos com internação; além de informações sobre os equipamentos médico-hospitalares em condições de uso nos estabelecimentos investigados, segundo Grandes Regiões, Unidades da Federação e Municípios das Capitais. Para algumas variáveis, são apresentadas séries retrospectivas que possibilitam conhecer a evolução dessas estatísticas ao longo do período de 1976 – início dos primeiros resultados da pesquisa sob a responsabilidade do IBGE – até 2009, em sua mais recente edição.

A realização da Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária tem o apoio do Minis¬tério da Saúde. Seus resultados contribuem para a identificação das demandas regionais de investimentos públicos no setor e, em conjunto com outros indicadores, subsidiam a implementação de programas mais diversificados de modo a suprir as carências específicas identificadas em prol de um acesso mais abrangente da população aos serviços de saúde no País.

Publicado em 20/04/2017 às 17:48
Atualizado em 05/02/2018 às 13:05

Principais Resultados - 2009

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Tabelas - 2009

Tabelas Completas (em formato zip)

Brasil

Tabela 1 - Estabelecimentos de saúde, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 1976/2009

Tabela 2 - Estabelecimentos de saúde, por tipo de atendimento e esfera administrativa, da entidade mantenedora do estabelecimento -Brasil - 1976/2009

Tabela 3 - Leitos para internação em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa - Brasil - 1976/2009

Tabela 4 - Estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa e condição de funcionamento, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Tabela 5 - Estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Tabela 6 - Estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa e tipo de atendimento, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Tabela 7 - Estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, categoria e tipo de atendimento, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípiosdas capitais - 2009

Tabela 8 - Estabelecimentos de saúde, por financiador de serviços, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Tabela 9 - Estabelecimentos de saúde, únicos, com terceirização e terceirizados, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Tabela 10 - Pessoal de nível superior ocupado em estabelecimentos de saúde, por jornada de trabalho e vínculo com o estabelecimento, segundo a ocupação - Brasil - 2009

Tabela 11 - Pessoal de nível superior ocupado em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, ocupação e jornada de trabalho, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Tabela 12 - Pessoal de nível técnico/auxiliar ocupado em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa e escolaridade, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Tabela 13 - Leitos para internação em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Tabela 14 - Leitos para internação, disponíveis ao SUS, em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Tabela 15 - Internações em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2008

Tabela 16 - Equipamentos de diagnóstico através de imagem existentes em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões e o tipo de equipamento- 2009

Tabela 17 - Equipamentos de infraestrutura existentes em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões e o tipo de equipamento - 2009

Tabela 18 - Equipamentos por métodos óticos existentes em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões e o tipo de equipamento - 2009

Tabela 19 - Equipamentos por métodos gráficos existentes em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões e o tipo de equipamento - 2009

Tabela 20 - Equipamentos para terapia por radiação existentes em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões e o tipo de equipamento - 2009

Tabela 21 - Equipamentos para manutenção da vida existentes em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões e o tipo de equipamento - 2009

Tabela 22 - Outros equipamentos existentes em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões e o tipo de equipamento - 2009

Tabela 23 - Equipamentos existentes em estabelecimentos de saúde, por tipo de equipamento, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Tabela 24 - Equipamentos disponíveis ao SUS, existentes em estabelecimentos de saúde, por tipo de equipamento, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Tabela 25 - Estabelecimentos de saúde com atendimento ambulatorial, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Tabela 26 - Estabelecimentos de saúde com atendimento de emergência, por especialidades, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Tabela 27 - Estabelecimentos de saúde que prestam serviço ao SUS, por tipo de atendimento, segundo as Grandes Regiões, as Unidades da Federação e os municípios das capitais - 2009

Tabela 28 - Estabelecimentos de saúde que oferecem atendimento ambulatorial/hospitalar, por esfera administrativa, segundo os tipos de especialidades oferecidas - Brasil - 2009

Tabela 29 - Estabelecimentos de saúde que oferecem serviços de apoio à diagnose e terapia, por esfera administrativa, segundo os tipos de serviços oferecidos e o número de equipamentos selecionados - Brasil - 2009

Tabela 30 - Estabelecimentos de saúde com internação, por esfera administrativa, segundo os tipos de serviços oferecidos e o número de equipamentos selecionados - Brasil - 2009

Tabela 31 - Estabelecimentos de saúde sem internação, por esfera administrativa, segundo os tipos de serviços oferecidos e o número de equipamentos selecionados - Brasil - 2009

 

Unidades da Federação

 

Municípios

Tabela 5 - Estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação e Municípios - Brasil - 2009

Tabela 6 - Estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa e tipo de atendimento, segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação e Municípios- Brasil - 2009

Tabela 7 - Estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, categoria e tipo de atendimento, segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação e Municípios - Brasil - 2009

Tabela 8 - Estabelecimentos de saúde, por financiador de serviços, segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação e Municípios - Brasil - 2009

Tabela 9 - Estabelecimentos de saúde, únicos, com terceirização e terceirizados, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação e Municípios - Brasil - 2009

Tabela 13 - Leitos para internação em estabelecimentos de saúde, por esfera administrativa, segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação e Municípios - Brasil - 2009

Tabela 23 - Equipamentos existentes em estabelecimentos de saúde, por tipo de equipamento, segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação e Municípios - Brasil - 2009

Tabela 25 - Estabelecimentos de saúde com atendimento ambulatorial, segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação e Municípios - Brasil - 2009

Tabela 26 - Estabelecimentos de saúde com atendimento de emergência, por especialidades, segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação e Municípios - Brasil - 2009

Tabela 27 - Estabelecimentos de saúde que prestam serviço ao SUS, por tipo de atendimento, segundo as Grandes Regiões, Unidades da Federação e Municípios - Brasil - 2009

Publicado em 03/08/2017 às 10:40

Notas Técnicas - 2009

Acesse a publicação completa para visualizar o conteúdo no endereço abaixo:

https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=246754 

Publicado em 03/08/2017 às 09:28
Atualizado em 11/10/2017 às 14:01

Séries históricas

#seriehistorica20174416341686

#seriehistorica2017441671198

Publicado em 07/04/2017 às 14:58

Microdados - 2009

Publicado em 07/04/2017 às 14:58

Portaria de precedência

Divulgação dos resultados de indicadores conjunturais

 

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA Nº 355, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2007
(Publicada no Diário Oficial da União nº 213, Seção 1, de 06.11.2007)

 

O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II, do artigo 87 da Constituição Federal, resolve:

Art. 1º - A divulgação dos resultados de indicadores conjunturais produzidos pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE seguirá as seguintes etapas:

I - às sete horas do dia da divulgação serão encaminhados os resultados, acompanhados de um sumário-executivo elaborado pelo IBGE, para as autoridades da lista de precedência;

II - às nove horas do dia da divulgação serão encaminhados os resultados para os órgãos de imprensa e disseminados na Internet, através do sítio https://www.ibge.gov.br.

§ 1º. Os técnicos do IBGE estarão disponíveis para prestar esclarecimentos aos usuários sobre os resultados da pesquisa divulgada a partir do encaminhamento de que trata o inciso II do caput.

§ 2º. O disposto nesta portaria aplica-se a qualquer indicador conjuntural produzido pelo IBGE, especialmente aos seguintes:

I - Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC);

II - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA);

III - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E);

IV - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15);

V - Pesquisa Mensal de Emprego (PME);

VI - Contas Nacionais Trimestrais;

VII - Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Brasil (PIM-PF Brasil);

VIII - Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional);

IX - Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário - (PIMES);

X - Pesquisa Mensal de Comércio (PMC);

XI - Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI);

XII - Conjuntura Agropecuária (Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal; Pesquisa Trimestral de Abate de Animais; Pesquisa Trimestral de Leite; Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha; Pesquisa Trimestral do Couro).

Art. 2° - A relação das autoridades constantes da lista de precedência específica a cada pesquisa de indicadores conjunturais, será divulgada por intermédio de Nota Oficial da Instituição e disseminada no portal do IBGE na Internet, através do sítio https://www.ibge.gov.br

Art. 3º - As autoridades constantes da lista de precedência deverão observar o mais rigoroso sigilo das informações referentes aos indicadores de que trata esta Portaria, nos termos do disposto na Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990.

Art. 4º - Revogam-se as Portarias nº 164/MP, de 20 de dezembro de 1999, e nº 167/MP, de 5 de setembro de 2003.

Art. 5º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

 

PAULO BERNARDO SILVA 


 O IBGE divulga a relação das autoridades que recebem com precedência os resultados das pesquisas conjunturais produzidas por esta Instituição: 

Ministro de Estado do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão - Dyogo Henrique de Oliveira

  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E)
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15)
  • Contas Nacionais Trimestrais
  • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Brasil (PIM-PF Brasil)
  • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional)
  • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
  • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
  • Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)
  • Conjuntura Agropecuária
    • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
    • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
    • Pesquisa Trimestral de Leite
    • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
    • Pesquisa Trimestral do Couro
  • Índice de Preços ao Produtor - Indústrias Extrativas e de Transformação (IPP)
  • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

 

Ministro de Estado da Fazenda - Henrique de Campos Meirelles

  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E)
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15)
  • Contas Nacionais Trimestrais
  • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
  • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
  • Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)
  • Conjuntura Agropecuária
    • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
    • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
    • Pesquisa Trimestral de Leite
    • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
    • Pesquisa Trimestral do Couro
  • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física - Brasil (PIM-PF Brasil)
  • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional)
  • Índice de Preços ao Produtor - Indústrias Extrativas e de Transformação (IPP)
  • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

 

Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Blairo Borges Maggi

  • Conjuntura Agropecuária
    • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
    • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
    • Pesquisa Trimestral de Leite
    • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
    • Pesquisa Trimestral do Couro
  • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

 

Ministro de Estado da Indústria, Comércio e Serviços

  • Contas Nacionais Trimestrais
  • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física - Brasil (PIM-PF Brasil)
  • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
  • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
  • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

 

Ministro-Chefe da Casa Civil da Presidência da República - Eliseu Lemos Padilha

  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E)
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15)
  • Contas Nacionais Trimestrais
  • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Brasil (PIM-PF Brasil)
  • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional)
  • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
  • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
  • Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)
  • Conjuntura Agropecuária
    • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
    • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
    • Pesquisa Trimestral de Leite
    • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
    • Pesquisa Trimestral do Couro
  • Índice de Preços ao Produtor - Indústrias Extrativas e de Transformação (IPP)
  • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

 

Presidente do Banco Central - Ilan Goldfajn

  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E)
  • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15)
  • Contas Nacionais Trimestrais
  • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Brasil (PIM-PF Brasil)
  • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional)
  • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
  • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
  • Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)
  • Conjuntura Agropecuária
    • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
    • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
    • Pesquisa Trimestral de Leite
    • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
    • Pesquisa Trimestral do Couro
  • Índice de Preços ao Produtor - Indústrias Extrativas e de Transformação (IPP)
  • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

 

Presidente da Caixa Econômica Federal - Gilberto Magalhães Occhi

    Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)

 

Diretor do Departamento de Estudos Econômicos e Pesquisas do Ministério do Turismo - José Francisco de Salles Lopes

  • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)

 

Roberto Luís Olinto Ramos
Presidente do IBGE
Atualizado em 8 de agosto de 2017

  

Divulgação dos resultados de indicadores estruturais

 

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA Nº 15, DE 27 DE JANEIRO DE 2005
(Publicada no Diário Oficial da União edição número 20 de 28/01/2005)

 

O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, INTERINO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, incisos I e II, da Constituição e considerando o disposto no art. 27, inciso XVII, alínea "c", da Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, resolve:

Art. 1º - Disciplinar os procedimentos a serem observados na divulgação dos resultados de indicadores estruturais produzidos pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.

Art. 2º Os resultados serão encaminhados pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE ao Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, com antecedência mínima de quarenta e oito horas do horário fixado no art. 3º, inciso I, desta Portaria.

Art. 3º No dia da divulgação dos resultados dos indicadores de que trata esta Portaria, serão observados:

I - liberação para a imprensa e disponibilização pela Internet, no endereço: (https://www.ibge.gov.br), às 10 horas;

II - os técnicos do IBGE somente poderão prestar esclarecimentos sobre os resultados dos indicadores estruturais após a liberação e publicação na forma do inciso I.

Art. 4º Os servidores que tenham conhecimento prévio dos resultados deverão manter rigoroso sigilo, sob pena de responsabilidade nos termos da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990.

Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

 

NELSON MACHADO

 

 

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Conceitos e métodos - 2009

As informações a seguir descrevem os metadados estatísticos, que são o conjunto de conceitos, métodos e aspectos relacionados às estatísticas, e são informações necessárias para compreender as características e a qualidade das estatísticas e interpretá-las corretamente.

Objetivo

O objetivo da AMS é conhecer e dimensionar a infraestrutura dos serviços de assistência médico-sanitária e, fornecer subsídios para o planejamento das ações de saúde, por meio das características e da distribuição espacial dos estabelecimentos de saúde. Outro importante objetivo é subsidiar o planejamento de demandas regionais voltadas ao investimento público no setor, notadamente em relação à organização municipalizada da gestão dos recursos.

Tipo de operação estatística

Pesquisa de estabelecimentos de saúde

Periodicidade de divulgação

Eventual

Abrangência geográfica

Nacional

População-alvo

A Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária abrange todos os estabelecimentos de saúde existentes no País que prestam assistência à saúde individual ou coletiva, com um mínimo de técnica apropriada, segundo critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde, para atendimento rotineiro à população, quer sejam eles públicos ou privados, com ou sem fins lucrativos, em regime ambulatorial ou de internação, incluindo os estabelecimentos que realizam exclusivamente serviços de apoio à diagnose e terapia e controle regular de zoonoses, tais como: Postos de Saúde; Centros de Saúde; Clínicas ou Postos de Assistência Médica; Prontos-socorros; Unidades Mistas; Hospitais (inclusive os de corporações militares); Unidades de Complementação Diagnóstica e/ou Terapêutica; Clínicas Odontológicas; Clínicas Radiológicas; Clínicas de Reabilitação; e Laboratório de Análises Clínicas.

Metodologia

A Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária é uma pesquisa censitária, realizada através de entrevista, que abrange todos os estabelecimentos de saúde existentes no País que prestam assistência à saúde individual ou coletiva, com um mínimo de técnica apropriada, segundo critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. São estabelecimentos de atendimento rotineiro à população, públicos ou privados, com ou sem fins lucrativos, em regime ambulatorial ou de internação, incluindo os estabelecimentos que realizam serviços de apoio à diagnose e terapia, além dos de controle regular de zoonoses.
As informações dos estabelecimentos são coletadas em três modelos de questionários: Ambulatorial / Hospitalar, Serviços de Apoio à Diagnose e Terapia ou Simplificado, de acordo com o tipo de complexidade dos serviços oferecidos.
A entrada de dados é descentralizada e apurada sob a responsabilidade de cada uma das vinte e sete unidades estaduais do IBGE.
Os sistemas informatizados de entrada e crítica dos dados utilizados, são aplicativos desenvolvidos em DELPHI e o gerenciador de banco de dados ORACLE.
Os resultados são compilados e divulgados até o nível de município sob a forma de tabelas, gráficos. Apresentam uma análise detalhada dos resultados e alguns indicadores de cobertura de serviços, leitos, equipamentos e recursos humanos e a série histórica da pesquisa.
A AMS utiliza como referência os parâmetros internacionais para a cobertura de leitos e internações por habitantes. Os resultados podem ser comparáveis com os dados do Sistema de Informação Ambulatorial (SIS/SUS) e o Sistema de Internação Hospitalar (AIH/SIS), do DATASUS/MS e com o Cadastro de Estabelecimentos de Saúde (CNES), do Ministério da Saúde.
Um dos aspectos que contribui para a qualidade dos dados produzidos pela pesquisa é a utilização das bases de comparação com pesquisas similares de outros países, dado que o IBGE participa do esforço empreendido pela ONU em melhorar o grau de comparação das informações oficiais produzidas pelos países membros.
A edição de 2009 da AMS incluiu um questionário sobre dados financeiros aplicado a uma amostra probabilística de estabelecimentos privados de saúde.
Técnica de coleta:
CASI - Questionário eletrônico autopreenchido, PAPI - Entrevista pessoal com questionário em papel

Temas

Temas e subtemas
Saúde
Principais variáveis
- caracterização do estabelecimento.
- identificação mantenedora.
- prestação de serviço a planos de saúde
- instalação física.
- utilização da capacidade instalada.
- produção de serviços por espécie de atendimento.
- nascidos vivos e óbitos hospitalares.
- número de leitos.
- contratos e convênios.
- terceirização de serviços.
- recursos humanos.
- equipamentos.
- serviço de diagnose e terapia.

Unidades de informação

Unidade de investigação
Estabelecimento
Unidade de análise
Estabelecimento.

Períodos de referência

Ano - 01/01/2009 a 31/12/2009

Disseminação

Nível de desagregação geográfica
Município
Nível de divulgação
Dados divulgados para Brasil, Grandes Regiões, Unidades da Federação, Regiões Metropolitanas e Municípios.

Instrumentos de coleta

Histórico

As estatísticas relativas à saúde começaram a ser realizadas em todo o Território Nacional com periodicidade anual, a partir de 1931, pelo antigo Serviço de Estatística da Educação e Saúde, que fazia parte do Sistema Estatístico Nacional.
Em 1947, a coleta passou a ser atribuição das Inspetorias Regionais de Estatísticas Municipais e a apuração dos Departamentos Estaduais de Estatística. Em outubro deste mesmo ano, novos questionários foram elaborados para a inclusão dos inquéritos relativos à assistência a enfermos nas Campanhas Estatísticas.
Em 1948, a Secretaria Geral do IBGE passou a desempenhar a função de órgão coordenador das fases de elaboração da estatística até o âmbito regional e de coletor geral dos resultados da estatística, em âmbito nacional. O Serviço de Estatística da Educação e Saúde somente sistematizava os resultados finais. Nesse período, os questionários sofreram profundas alterações e passaram a ser denominados Assistência Hospitalar, Para-Hospitalar e Serviços Oficiais de Saúde Pública. Os questionários Assistência Hospitalar e Para-Hospitalar destinavam-se apenas aos estabelecimentos oficiais e particulares (com exceção dos consultórios e clínicas privadas), civis e militares, como os hospitais, sanatórios, casas de saúde, dispensários e maternidades. O questionário Serviços Oficiais de Saúde Pública destinava-se aos Centros de Saúde, Postos de Higiene, Postos de Saúde e Postos de Profilaxia, entre outros.
Até 1974, os instrumentos de coleta não sofreram modificações significativas, ainda que as áreas de Saúde e Educação tivessem sido separadas em dois Ministérios.
Em 1975, o IBGE assumiu a responsabilidade pelo planejamento, coleta, apuração, sistematização e divulgação dos resultados da Pesquisa de Assistência Médico-Sanitária - AMS. O primeiro volume divulgado pela instituição referiu-se às estatísticas de 1976.
Entre 1976 e 1984, poucas modificações foram feitas nos questionários, com o objetivo de aprimorar os temas investigados.
Em 1985, apesar de uma profunda reformulação na pesquisa, a periodicidade anual e algumas variáveis que vinham sendo levantadas foram mantidas com vistas à preservação da série histórica.
Em 1986 e 1987, a pesquisa AMS manteve-se inalterada.
Em 1988, os questionários Dados Gerais e Folha de Atualização Cadastral foram unificados em um único questionário, que permitiu a atualização dos dados cadastrais e o levantamento de importantes variáveis para a construção de indicadores de saúde, tais como: número de consultas médicas e odontológicas, atendimentos elementares, movimento geral dos estabelecimentos com internação, número de nascidos vivos e com baixo peso ao nascer nos estabelecimentos de saúde.
Nos anos de 1989 e 1990, as pesquisas mantiveram-se sem alterações.
Em 1991, houve uma interrupção na pesquisa AMS.
Em 1992, a pesquisa foi reformulada para adequar-se aos dados do modelo proposto pelo Sistema Único de Cadastramento de Estabelecimentos de Saúde. Novas variáveis, como internações por aborto e suas complicações, número de partos naturais e cesáreos e recursos humanos nos estabelecimentos de saúde, foram pesquisadas.
Entre os anos de 1993 e 1998, a pesquisa AMS foi novamente interrompida.
Em 1999, a pesquisa foi a campo sem uma classificação prévia dos tipos de estabelecimentos de saúde, como: posto de saúde, centro de saúde, unidade mista, clínica, etc. Este procedimento técnico teve como objetivo levantar as características das instalações, equipamentos, procedimentos, serviços prestados e outras informações que pudessem descrever e classificar os estabelecimentos de saúde de acordo com o nível de complexidade expresso nos dados levantados. Desse modo, permite-se uma classificação das unidades de saúde do País, levando-se em conta uma realidade atualizada de sua capacidade instalada em saúde. Esta pesquisa contemplou também um maior elenco de temáticas e variáveis na área de assistência médico-sanitária.
Em 2002, foram incluídos na pesquisa os estabelecimentos de saúde classificados quanto às terceirizações existentes, o Questionário Simplificado para os estabelecimentos com menor complexidade e os Laboratórios de Análises Clínicas, que fizessem apenas análises de bioquímica e/ou bacteriologia. Os bens e serviços, como equipamentos, leitos e serviços de alta complexidade, antes só pesquisados quanto à existência ou não dos mesmos nos estabelecimentos, foram investigados quanto à sua disponibilidade ao Sistema Único de Saúde - SUS. A partir deste ano a pesquisa foi coletada também por questionário eletrônico disponibilizado aos informantes por meio de disquetes.
Em 2005, com o objetivo de melhor identificar a oferta de serviços, foram desmembrados do bloco Internação as unidades cirúrgicas, as UTI/CTI e incluída a unidade de Terapia Renal Substitutiva. Foram, também, investigados o acesso a pacientes com deficiência, gerência de risco, controle de infecção hospitalar, o acesso à Internet e a disponibilidade de sanitários para pacientes. O atendimento de Urgência/Emergência foi desmembrado em Urgência/Pronto atendimento e Emergência/Risco de vida.
Em 2009 houve nova transformação tecnológica da qual resultou a coleta de dados por meio de formulários eletrônicos disponibilizados aos estabelecimentos de saúde pela Web.

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https://metadados.ibge.gov.br/consulta/dthPesquisa.aspx?codPesquisa=AM

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