Matriz de Insumo-Produto

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O que é

Em 2015, o IBGE publicou a nova série do Sistema de Contas Nacionais - referência 2010. Sua divulgação incorporou os avanços metodológicos presentes no manual System of national accounts 2008, SNA 2008, e foi precedida de seminários técnicos realizados com usuários e especialistas, sendo complementada com a disponibilização, em 2016, de relatório metodológico sobre variados aspectos do Sistema.

Dando continuidade ao aprimoramento do Sistema de Contas Nacionais - referência 2010, o IBGE divulga, nesta publicação, a Matriz de Insumo-Produto 2010. Seus resultados proporcionam uma visão detalhada da estrutura produtiva brasileira e permitem avaliar o grau de interligação setorial da economia e também os impactos de variações na demanda final dos produtos, mediante a identificação dos diversos fluxos de produção de bens. Essa publicação apresenta resultados para 12 atividades econômicas e 12 produtos, considerações metodológicas sobre o modelo matemático no qual o IBGE baseou-se para o cálculo da matriz de coeficientes técnicos, bem como os procedimentos utilizados na adaptação de sugestões teóricas à realidade brasileira.

O conjunto dessas informações também está disponível no portal do IBGE na Internet, onde podem ser consultadas, adicionalmente, tabelas com maior nível de detalhamento, nas seguintes versões: 20 atividades por 20 produtos e 67 atividades por 127 produtos.

Sobre - 2010 Matriz de Insumo-Produto

Em 2015, o IBGE publicou a nova série do Sistema de Contas Nacionais - referência 2010. Sua divulgação incorporou os avanços metodológicos presentes no manual System of national accounts 2008, SNA 2008, e foi precedida de seminários técnicos realizados com usuários e especialistas, sendo complementada com a disponibilização, em 2016, de relatório metodológico sobre variados aspectos do Sistema.

Dando continuidade ao aprimoramento do Sistema de Contas Nacionais - referência 2010, o IBGE divulga, nesta publicação, a Matriz de Insumo-Produto 2010. Seus resultados proporcionam uma visão detalhada da estrutura produtiva brasileira e permitem avaliar o grau de interligação setorial da economia e também os impactos de variações na demanda final dos produtos, mediante a identificação dos diversos fluxos de produção de bens. Essa publicação apresenta resultados para 12 atividades econômicas e 12 produtos, considerações metodológicas sobre o modelo matemático no qual o IBGE baseou-se para o cálculo da matriz de coeficientes técnicos, bem como os procedimentos utilizados na adaptação de sugestões teóricas à realidade brasileira.

O conjunto dessas informações também está disponível no portal do IBGE na Internet, onde podem ser consultadas, adicionalmente, tabelas com maior nível de detalhamento, nas seguintes versões: 20 atividades por 20 produtos e 67 atividades por 127 produtos.

Principais resultados - 2010 Matriz de Insumo-Produto

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Tabelas - 2010 Matriz de Insumo-Produto

Tabelas completas

  • Tabelas Nível 12 (xls | ods) (atualizada em 19/10/2016)
  • Tabelas Nível 20 (xls | ods) (atualizada em 19/10/2016)
  • Tabelas Nível 67 (xls | ods) (atualizada em 01/12/2016)
  • Índice de tabelas

Justificativas das atualizações:

01/12/2016:
No arquivo da Matriz insumo-produto, em um dos três níveis de divulgação, nível 67, foi verificado erro na planilha 01 e na planilha 02.

A planilha 01 que contém a Tabela 01 – Recursos de bens e serviços – 2010 apresenta valor errado na coluna de importação a partir da linha 98 até a linha 129. O erro aconteceu porque a partir da linha do produto “comércio por atacado e varejo” o valor de importação do produto “pula uma linha” e prejudica as seguintes. Consequentemente, o mesmo erro se repete nas colunas “Oferta total a preço de consumidor” e “Oferta total a preço básico”, pois ambas incluem o valor da importação dos produtos.

A planilha 02 que contém a Tabela 02 - Usos de bens e serviços – 2010 apresenta valor errado na coluna de consumo intermediário da atividade 4580 (Comércio por atacado e varejo) em dois produtos: Comércio por atacado e varejo (código 45801), e Transporte terrestre de carga (código 49001)

Optou-se por substituir somente no nível de divulgação 67 as planilhas 01 e 02 do arquivo “MatInsProd2010_67”.

Cabe destacar que todas as outras planilhas estão corretas, isto é o conteúdo da informação que é objetivo da publicação permanece inalterado.

19/10/2016: Parte da Tabela 02 (Usos de bens e serviços – 2010), nos três arquivos da Matriz Insumo-Produto (níveis de publicação 12, 20 e 67) apresenta, para os componentes rendimento misto e excedente operacional bruto, nas atividades: Agropecuária e Construção, valores desatualizados em relação ao que está publicado no Sistema de Contas Nacionais – Brasil – 2010-2013. Optou-se por manter a Tabela 02 apenas na Tabela de Recursos e Usos das Contas Nacionais por serem iguais e para não haver duplicidade de informações.

Quadros sintéticos - 2010 Matriz de Insumo-Produto

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    Microdados - 2010 Matriz de Insumo-Produto

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    Informações técnicas

    Notas Técnicas

    Estrutura básica de dados

    O cálculo da matriz de coeficientes técnicos diretos baseia-se nas tabelas de produção e consumo intermediário das Tabelas de Recursos e Usos - TRU. Estas tabelas devem, no entanto, sofrer modifi cações de maneira a se adequarem às características de um modelo de insumo-produto.

    As TRU consideram no consumo intermediário e na demanda final o valor total dos bens e serviços sem a distinção entre nacional e importado. Como o modelo de insumo-produto estima o impacto de variações na demanda fi nal por produto nacional sobre o nível de produção, é necessário, inicialmente, o detalhamento do consumo, intermediário e final, por origem.

    O modelo de insumo-produto baseia-se no coefi ciente técnico de produção, ou seja, uma medida das relações entre quantidades consumidas e produzidas. A melhor aproximação para as relações em quantidades é obtida pela adoção do preço básico[3] . A opção por este nível de mensuração produz maior homogeneidade entre os valores, uma vez que estão excluídos os impostos, subsídios e margens de distribuição incidentes sobre os produtos, os quais são sujeitos a variações não relacionadas com o processo de produção.

    A escolha do preço básico como referência exige que as tabelas de consumo intermediário e demanda final, valoradas no Sistema de Contas Nacionais a preços de consumidor, sejam transformadas. Dos valores a preços de consumidor, são retiradas as parcelas referentes às margens de comércio e de transporte e aos impostos e subsídios sobre produtos. Estas parcelas são adicionadas ao consumo dos produtos comércio e transporte, e criam-se linhas de impostos.

    Fonte dos dados

    As matrizes publicadas são baseadas no Sistema de Contas Nacionais e o Quadro 1, a seguir, reflete a composição das informações obtidas das Tabelas de Recursos e Usos.

    As matrizes são representadas por letras maiúsculas e os vetores, considerados sempre colunas, por letras minúsculas:

    Quadro 1 - Composição das informações das Tabelas de Recursos e Usos

      Produtos nacionais Atividades Demanda final Valor da produção
    Produtos nacionais   Un Fn q
    Produtos importados   Um Fm  
    Atividades V   E g
    Impostos   Tp Te  
    Valor adicionado   y'    
    Valor da produção q' g'    

    V - matriz de produção, apresenta para cada atividade o valor da produção de cada um dos produtos;

    q - vetor com o valor bruto da produção total por produto;

    Un - matriz de consumo intermediário nacional, apresenta para cada atividade o valor dos produtos de origem interna consumidos;

    Um - matriz de consumo intermediário importado, apresenta para cada atividade o valor dos produtos de origem externa consumidos;

    Fn - matriz da demanda final por produtos nacionais, apresenta o valor dos produtos de origem interna consumidos pelas categorias da demanda final (consumo final das administrações públicas, consumo final das instituições sem fins de lucro a serviço das famílias, consumo final das famílias, exportações, formação bruta de capital fixo e variação de estoques);

    Fm - matriz da demanda final por produtos importados, apresenta o valor dos produtos de origem externa consumidos pelas categorias da demanda final;

    E - matriz da demanda final por atividade, representa a parcela do valor da produção de uma atividade destinada à demanda final. Estes dados não são observados, são calculados a partir de Fn;

    Tp - matriz dos valores dos impostos e subsídios associados a produtos, incidentes sobre bens e serviços absorvidos (insumos) pelas atividades produtivas;

    Te - matriz dos valores dos impostos e subsídios associados a produtos, incidentes sobre bens e serviços absorvidos pela demanda final;

    g - vetor coluna com o valor bruto da produção total por atividade;

    y - vetor coluna com o valor adicionado total gerado pelas atividades produtivas. É considerado como um vetor por medida de simplificação; na prática é uma matriz por atividade com o valor adicionado a custo de fatores e a preços básicos, as remunerações (salários e contribuições sociais), o excedente bruto operacional (obtido por saldo) e os impostos e subsídios incidentes sobre as atividades.

    Cálculo dos coeficientes técnicos

    Das relações contábeis de um sistema de contas nacionais é possível obter as equações para o valor da produção, por produto, por atividade e total[4].

    Considerando i={produtos} e j={atividades}, tem-se:

    Esta organização de dados estará de acordo com a hipótese de homogeneidade[5], requerida pelo modelo de insumo-produto, se a classificação das atividades econômicas e dos produtos estabelecer uma identidade atividade - produto, ou seja, não houver diferenciação entre uma atividade econômica e seu (único) produto.

    Especificar uma classificação que faça a hipótese de homogeneidade ser atendida implica em que as tabelas básicas sejam quadradas mas não garante que, na tabela de produção, uma atividade produza somente seu produto típico, ou principal. A produção em uma atividade de produtos típicos de outra atividade, definida como produção secundária, não admite a suposição de que os produtos consumidos tenham imediatamente identificada a atividade que os produziu. Esta característica exige que se desenvolvam modelos que, a partir das tabelas relacionadas no Quadro 1, calculemcoeficientes atividade por atividade, ou produto por produto, adequados à concepção do modelo de Leontief.

    A necessidade de transformar o conjunto de dados observados em uma Matriz de Insumo-Produto introduz duas questões. A primeira é: como a demanda por produtos é transmitida às atividades?

    E a segunda é: estabelecida a composição da produção das atividades, quais serão seus insumos? A primeira questão é resolvida, para a maioria dos modelos de transformação, pela alocação da demanda por um produto proporcionalmente às atividades que o produzem. Para a segunda questão, considera-se sempre que os insumos são proporcionais à produção e admitem-se duas hipóteses sobre como a estrutura de insumos é determinada:

    Hipótese 1: Tecnologia do Produto - a tecnologia é uma característica de cada produto, independente da atividade que o produz. Assim, as informações disponíveis são sobre as estruturas de insumo de cada produto. As estruturas de insumo das atividades são obtidas pela média ponderada das estruturas dos produtos que produzem, considerando como peso a participação de cada um desses produtos no valor da produção total (composição da produção).

    Hipótese 2: Tecnologia do Setor [6] - a tecnologia é uma característica das atividades, isto é, a tecnologia para a produção dos produtos é aquela da atividade que os produz. Assim, as informações disponíveis são sobre as estruturas de insumo de cada atividade. As estruturas de insumos dos produtos são calculadas pela média ponderada das estruturas das atividades que os produzem, considerando como peso a participação de cada atividade na produção do produto (cotas de mercado).

    Os modelos baseados na tecnologia do setor

    A classificação de produtos e atividades adotada nas matrizes brasileiras considerou, em todas as suas versões, o número de produtos maior que o de atividades. Como esta opção restringe os modelos de cálculo àqueles baseados na hipótese de tecnologia do setor, este texto limita-se a apresentar as duas versões adotadas para as Matrizes de Insumo-Produto brasileiras a partir de 1980[7].

    Modelo de tecnologia do setor simples

    Este modelo é desenvolvido admitindo-se que a demanda é alocada proporcionalmente ao market-share das atividades e a hipótese de tecnologia do setor. A hipótese de market-share constante pode ser expressa por:

    As equações (10) e (11) formam dois sistemas de Leontief que relacionam os valores da produção, por produto e por atividade, com as respectivas demandas finais. Onde:

    D.Bn - matriz de coeficientes técnicos diretos atividade por atividade;

    Bn.D - matriz de coeficientes técnicos diretos produto por produto; e

    D.Fn - demanda final por atividade.

    O sistema estatístico, ao estabelecer duas referências, atividades e produtos, possibilita o cálculo de dois sistemas de Leontief: um associado às matrizes produto por produto, mais adequado à ótica das relações tecnológicas; o outro, associado às matrizes atividade por atividade, mais adequado às análises de relações intersetoriais. A opção por cada uma das formulações deverá ser estabelecida exclusivamente pelo objetivo do estudo a ser realizado, pois não existem propriedades implícitas em cada formulação que permitam definir a superioridade de uma em relação à outra.

    Modelo de tecnologia do setor com subprodutos

    Nos modelos de tecnologia simples, os produtos secundários são tratados como um grupo homogêneo. Na realidade, podem-se distinguir duas categorias de produtos secundários: os produtos secundários ordinários, com estrutura de insumo característica; e os produtos conjuntos, que, sendo resultado de um único processo produtivo, partilham uma única estrutura de insumos com outros produtos. No caso em que estes produtos não são sensíveis à demanda do mercado e têm a sua produção proporcional à produção total da atividade, são chamados de subprodutos. Podem ser exemplificados pelos produtos sucata de metal, tortas ou farelo de soja, ou bagaço de cana-de-açúcar.

    O modelo com subprodutos admite que alguns produtos terão sua produção calculada proporcionalmente ao valor total da produção da atividade. Desta forma, a matriz de produção é dividida em duas matrizes: V1 , representando a produção dos produtos principais e secundários; e V2 , a dos subprodutos.

    Para os produtos considerados como principais, considera-se a equação do modelo de tecnologia do setor simples, ou seja:

    A existência da matriz inversa, necessária ao cálculo de DE, é garantida pelo fato de a produção dos subprodutos, em cada atividade, não ultrapassar metade da produção total (GIGANTES, 1970, p. 275).

    A matriz entre atividades é calculada por DE.Bn, e entre produtos, por Bn.DE. O modelo de Leontief é escrito como:

    Por admitir um número de produtos maior que o de atividades, esta formulação permite que, neste caso, determinados produtos da classifi cação possam ser considerados unicamente como subprodutos, ou seja, sua produção é inteiramente alocada em V2 , deixando uma coluna nula em V1 .

    Modelo adotado na matriz brasileira

    Optou-se por manter a mesma orientação que vinha sendo adotada nas matrizes publicadas anteriormente, ou seja: calcular matrizes atividade por atividade a partir de tabelas básicas retangulares, considerando que maior número de produtos permite melhor detalhamento da produção e do consumo. O modelo adotado nas matrizes de 2000 e 2005 foi o modelo de tecnologia do setor simples sem considerar subprodutos.

    Apresentação dos dados

    As Tabelas de Recursos e Usos são utilizadas nas Contas Nacionais para apresentar dados sobre:

    • origem da produção nacional;
    • importação de bens e serviços CIF (Cost, Insurance and Freight);impostos sobre produtos (Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS, Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, Imposto de Importação - II e outros impostos);
    • margem de comércio e transporte;
    • destino dos produtos (consumo intermediário das atividades e demanda final); e
    • Conta de Geração da Renda (componentes do valor adicionado) das atividades, que registra as informações sobre o valor da produção, consumo intermediário e os componentes do valor adicionado, por atividade.

    A Tabela de Recursos (Produção), apresenta as informações sobre a origem setorial da produção dos bens e serviços, valoradas a preço básico.

    No Sistema de Contas Nacionais, a Tabela de Recursos e Usos corresponde ao conjunto das Contas de Oferta e Demanda de Bens e Serviços, de Produção e de Geração da Renda por setor de atividade, e sua finalidade é apresentar as informações sobre a estrutura de produção da economia brasileira, a origem setorial da renda gerada e sua repartição primária entre:

    • Remunerações
      • salários
      • contribuições sociais efetivas
        • previdência oficial / FGTS
        • previdência privada
      • contribuições sociais imputadas
    • Excedente operacional bruto e rendimento misto bruto
      • rendimento misto bruto
      • excedente operacional bruto
    • impostos líquidos de subsídios sobre a produção e a importação
      • impostos sobre produtos
      • subsídios sobre produtos
      • outros impostos sobre a produção
      • outros subsídios à produção

    A Tabela de Recursos e Usos integra-se ao restante das Contas Nacionais, através das Contas de Geração da Renda das atividades, ao permitir a compatibilização entre as informações sobre o valor adicionado e a distribuição primária da renda das atividades econômicas (Tabelas de Recursos e Usos) e dos setores institucionais (Conta dos Setores Institucionais).

    Passagem de preço de consumidor para preço básico

    A primeira etapa consistiu em distribuir o valor corrente das importações de bens e serviços pelas atividades consumidoras e demanda final, gerando assim a Tabela 4, oferta e demanda de produtos importados. Com esta tabela básica, o passo a seguir foi a distribuição do Imposto de Importação proporcionalmente à tabela gerada nessa fase.

    Na segunda etapa, o software ERETES, utilizado no Sistema de Contas Nacionais, permitiu que se obtivesse o valor total da margem de comércio, da margem de transporte e de outros impostos a preços básicos para o consumo intermediário e demanda final por produto. A partir destes valores, foram calculadas relações entre o preço básico e o de consumidor fornecidos nas TRU. A seguir, foi multiplicada a Tabela 2, usos de bens e serviços a preço de consumidor, pelos coeficientes obtidos para as variáveis: margem de comércio, margem de transporte e outros impostos, gerando assim tabelas auxiliares dos destinos das variáveis em questão.

    Os impostos ICMS e IPI foram distribuídos pelas atividades consumidoras e demanda final, gerando tabelas auxiliares que serão utilizadas na etapa seguinte.

    A etapa final de cálculo da Tabela 3, oferta e demanda da produção a preço básico, foi obtida pela diferença entre a Tabela 2, usos de bens e serviços a preço de consumidor, e as tabelas auxiliares calculadas nas fases anteriores. Com as Tabelas 3 e 4, fundamentais para o cálculo das Matrizes de Insumo-Produto, passou-se para o cálculo das tabelas derivadas do grupo 2, que englobam as Tabelas de 5 a 9


    [3] Os preços básicos não incluem margens de comércio e de transporte por produto ou impostos sobre produtos.

    [4] Onde cada elemento do vetor-coluna i é igual à unidade

    [5] Cada produto, ou grupo de produtos, é fornecido por uma única atividade

    [6] O termo tecnologia do setor é preferido em relação ao original, tecnologia da indústria, para evidenciar que a hipótese abrange todas as atividades consideradas na Matriz de Insumo-Produto.

    [7] Para uma descrição detalhada dos modelos de transformação, ver Armstrong (1975); Cressy (1976); Gigantes (1970); Jansen e Raa (1990); Konjin e Steenge (1993); Ramos (1996); Bates e Bacharach (1963); Raa, Chakraborty e Small (1984); e Viet (1994). Ver, também, o relatório metodológico do IBGE (MATRIZ..., 1989) bem como os manuais das Nações Unidas (SYSTEM..., 1968; HANDBOOK..., 1999, p. 6; e SYSTEM..., 2003).

    Séries históricas

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    Microdados

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    Portaria de precedência

    Divulgação dos resultados de indicadores conjunturais

     

    Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
    GABINETE DO MINISTRO
    PORTARIA Nº 355, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2007
    (Publicada no Diário Oficial da União nº 213, Seção 1, de 06.11.2007)

     

    O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II, do artigo 87 da Constituição Federal, resolve:

    Art. 1º - A divulgação dos resultados de indicadores conjunturais produzidos pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE seguirá as seguintes etapas:

    I - às sete horas do dia da divulgação serão encaminhados os resultados, acompanhados de um sumário-executivo elaborado pelo IBGE, para as autoridades da lista de precedência;

    II - às nove horas do dia da divulgação serão encaminhados os resultados para os órgãos de imprensa e disseminados na Internet, através do sítio https://www.ibge.gov.br.

    § 1º. Os técnicos do IBGE estarão disponíveis para prestar esclarecimentos aos usuários sobre os resultados da pesquisa divulgada a partir do encaminhamento de que trata o inciso II do caput.

    § 2º. O disposto nesta portaria aplica-se a qualquer indicador conjuntural produzido pelo IBGE, especialmente aos seguintes:

    I - Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC);

    II - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA);

    III - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E);

    IV - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15);

    V - Pesquisa Mensal de Emprego (PME);

    VI - Contas Nacionais Trimestrais;

    VII - Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Brasil (PIM-PF Brasil);

    VIII - Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional);

    IX - Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário - (PIMES);

    X - Pesquisa Mensal de Comércio (PMC);

    XI - Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI);

    XII - Conjuntura Agropecuária (Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal; Pesquisa Trimestral de Abate de Animais; Pesquisa Trimestral de Leite; Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha; Pesquisa Trimestral do Couro).

    Art. 2° - A relação das autoridades constantes da lista de precedência específica a cada pesquisa de indicadores conjunturais, será divulgada por intermédio de Nota Oficial da Instituição e disseminada no portal do IBGE na Internet, através do sítio https://www.ibge.gov.br

    Art. 3º - As autoridades constantes da lista de precedência deverão observar o mais rigoroso sigilo das informações referentes aos indicadores de que trata esta Portaria, nos termos do disposto na Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990.

    Art. 4º - Revogam-se as Portarias nº 164/MP, de 20 de dezembro de 1999, e nº 167/MP, de 5 de setembro de 2003.

    Art. 5º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

     

    PAULO BERNARDO SILVA 


     O IBGE divulga a relação das autoridades que recebem com precedência os resultados das pesquisas conjunturais produzidas por esta Instituição: 

    Ministro de Estado do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão - Esteves Pedro Colnago Júnior

    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15)
    • Contas Nacionais Trimestrais
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Brasil (PIM-PF Brasil)
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional)
    • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
    • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
    • Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)
    • Conjuntura Agropecuária
      • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
      • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
      • Pesquisa Trimestral de Leite
      • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
      • Pesquisa Trimestral do Couro
    • Índice de Preços ao Produtor - Indústrias Extrativas e de Transformação (IPP)
    • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

     

    Ministro de Estado da Fazenda - Eduardo Refinetti Guardia

    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15)
    • Contas Nacionais Trimestrais
    • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
    • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
    • Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)
    • Conjuntura Agropecuária
      • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
      • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
      • Pesquisa Trimestral de Leite
      • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
      • Pesquisa Trimestral do Couro
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física - Brasil (PIM-PF Brasil)
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional)
    • Índice de Preços ao Produtor - Indústrias Extrativas e de Transformação (IPP)
    • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

     

    Ministro de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Blairo Borges Maggi

    • Conjuntura Agropecuária
      • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
      • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
      • Pesquisa Trimestral de Leite
      • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
      • Pesquisa Trimestral do Couro
    • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

     

    Ministro de Estado da Indústria, Comércio e Serviços

    • Contas Nacionais Trimestrais
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física - Brasil (PIM-PF Brasil)
    • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
    • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
    • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

     

    Ministro-Chefe da Casa Civil da Presidência da República - Eliseu Lemos Padilha

    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15)
    • Contas Nacionais Trimestrais
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Brasil (PIM-PF Brasil)
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional)
    • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
    • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
    • Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)
    • Conjuntura Agropecuária
      • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
      • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
      • Pesquisa Trimestral de Leite
      • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
      • Pesquisa Trimestral do Couro
    • Índice de Preços ao Produtor - Indústrias Extrativas e de Transformação (IPP)
    • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

     

    Presidente do Banco Central - Ilan Goldfajn

    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial (IPCA-E)
    • Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15)
    • Contas Nacionais Trimestrais
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Brasil (PIM-PF Brasil)
    • Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM-PF Regional)
    • Pesquisa Mensal de Comércio (PMC)
    • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)
    • Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)
    • Conjuntura Agropecuária
      • Levantamento Sistemático da Produção Agrícola - mensal
      • Pesquisa Trimestral de Abate de Animais
      • Pesquisa Trimestral de Leite
      • Pesquisa Trimestral de Produção de Ovos de Galinha
      • Pesquisa Trimestral do Couro
    • Índice de Preços ao Produtor - Indústrias Extrativas e de Transformação (IPP)
    • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

     

    Presidente da Caixa Econômica Federal - Nelson Antônio de Souza

      Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)

     

    Ministro de Estado do Trabalho - Hélton Yomura (Interino)

    • Contas Nacionais Trimestrais
    • Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua)

     

    Diretor do Departamento de Estudos Econômicos e Pesquisas do Ministério do Turismo - José Francisco de Salles Lopes

    • Pesquisa Mensal de Serviços (PMS)

     

    Roberto Luís Olinto Ramos
    Presidente do IBGE
    Atualizado em 10 de abril de 2018

      

    Divulgação dos resultados de indicadores estruturais

     

    Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
    GABINETE DO MINISTRO
    PORTARIA Nº 15, DE 27 DE JANEIRO DE 2005
    (Publicada no Diário Oficial da União edição número 20 de 28/01/2005)

     

    O MINISTRO DE ESTADO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, INTERINO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, incisos I e II, da Constituição e considerando o disposto no art. 27, inciso XVII, alínea "c", da Lei nº 10.683, de 28 de maio de 2003, resolve:

    Art. 1º - Disciplinar os procedimentos a serem observados na divulgação dos resultados de indicadores estruturais produzidos pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.

    Art. 2º Os resultados serão encaminhados pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE ao Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, com antecedência mínima de quarenta e oito horas do horário fixado no art. 3º, inciso I, desta Portaria.

    Art. 3º No dia da divulgação dos resultados dos indicadores de que trata esta Portaria, serão observados:

    I - liberação para a imprensa e disponibilização pela Internet, no endereço: (https://www.ibge.gov.br), às 10 horas;

    II - os técnicos do IBGE somente poderão prestar esclarecimentos sobre os resultados dos indicadores estruturais após a liberação e publicação na forma do inciso I.

    Art. 4º Os servidores que tenham conhecimento prévio dos resultados deverão manter rigoroso sigilo, sob pena de responsabilidade nos termos da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990.

    Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

     

    NELSON MACHADO

     

     

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