Em seus 90 anos, o IBGE se manteve pioneiro, nas tecnologias e metodologias usadas nas suas pesquisas. Mais uma vez, na época desse aniversário, a fundação está se modificando para protagonizar as transformações sociais decorrentes das inovações tecnológicas e digitais.
Ao longo dessa nove décadas, o IBGE também construiu uma relação especial com os brasileiros. Nós somos umas das poucas instituições federais que o cidadão abre as portas de casa para receber. Essa confiança é resultado de um trabalho em que os dados coletados e disseminados trazem retornos com impactos positivos como evidenciar a presença da população historicamente ignorada, levar para atenção pública os problemas cotidianos e que subsidiar diversas formas de organização da sociedade civil.
Por isso, nesse aniversário comemoramos um IBGE tecnológico e brasileiro. Um clássico que está há muitas décadas na vida dos brasileiros e, ao mesmo tempo, mais tecnológico, atual e relevante do que nunca.
Para comunicar efetivamente o tema da comemoração, a criação da identidade visual se orientou a partir dos seguintes conceitos:
Era Digital
Interatividade
Brasilidade
Patrimônio
Soberania
A marca dos 90 anos do IBGE bebe principalmente de duas fontes: o selo de aniversário atualizado anualmente e do contador de dias para data de aniversário de noventa anos do IBGE.
Do selo, escolheu-se aproveitar o desenho das letras. Usando a mesma tipografia, que já possui um caráter clássico, procurou-se justamente reforçar a referência à história e experiência acumulada pela Instituição.
Do contador, se utilizou a imagem da digital, que se mostrou especialmente oportuna para representar com sutileza os aspectos fundamentais para a identidade. Reforça a ideia de uma marca única que a instituição carrega.
Remete também ao conceito, do Dígito, da Era Digital, e a transformação digital que está alterando completamente a economia e a sociedade brasileira levando o IBGE a se atualizar e modernizar suas abordagens para manter seu protagonismo.
Acrescenta-se também a ideia da interatividade, o que se pode tocar, e assim, “na ponta dos dedos”, atuar e interagir.
Essa é a sua versão principal e deve ser usada com prioridade.
Em fundos escuros, deve-se aplicar a versão negativa.
Além da versão principal, a identidade também prevê versões que incorporam a marca do IBGE.
A redução máxima é o limite que a marca se reduz sem perder suas qualidades. Não se deve aplicar a marca em dimensões menores que as estabelecidas aqui.
A área de proteção estabelece o espaço que deve estar livre para a marca ser percebida sem interferências. Nenhum elemento deve invadir área. Na versões principal e na assinatura vertical, a distância é igual à largura do 9. Na assinatura horizontal, é igual à altura do 9.
A escolha das cores resgata os azuis clássicos do IBGE e mistura-os com outros tons mais saturados que estão mais ligadas a brasilidade, para resultar numa paleta sintonizada com o clima de celebração e que remeta a um senso de reconhecimento entre Brasil e IBGE.
A paleta apresentada ao lado também demonstra a proporcionalidade em que as cores devem aparecer nas composições.
Além das cores chapadas, foram estabelecidos gradiente se relaciona com linguagem digital. Deve-se aplicar somente esses dois gradiente descritos ao lado. Eles são compostos com as mesmas cores da paleta.
Junto às cores são apresentados os códigos HEX e RGB para uso em mídias digitais e CMYK para a mídia impressa.
A fonte de título é a Adobe Garamond Pro, preferencialmente a versão Bold, e fonte para texto é a família Aptos.
Adobe Garamond Pro carrega todo o significado histórico da Garamond desenhada no séc. XVI.
Já a Aptos é uma fonte contemporânea com desenho moderno que trás um caráter mais moderno.
Ambas as fontes estão disponíveis pelo Adobe Fonts.
A combinação de uma fonte histórica com uma fonte contemporânea reforça a mensagem de conciliação de passado e futuro.
Adicionando diversidade para a identidade visual, foram criados diferentes desenhos de impressão digital. Eles podem ser usados como elementos gráficos para enriquecer e diversificar as composições criadas para os 90 anos.
Otimizando a utilização da imagem da digital, aqui ela aparece como elemento gráfico. A ideia é que os dados, representados pelos pequenos quadrados, juntos formem a identidade, a digital do IBGE.
A imagem da digital, representa com simplicidade os aspectos fundamentais para a identidade. Representa a ideia de uma marca única que a instituição carrega, mas também do que é digital e, também, a ideia do que interativo.
O acervo do IBGE é repleto de imagens históricas valiosas. Isso nos deu a oportunidade de usá-las para enriquecer a identidade dos noventa anos e, ainda, reforçar o posicionamento de conciliação entre história e futuro.
Essa oportunidade é materializada pela mistura dessas imagens históricas com a linguagem digital do pixel.
Ao pixelar somente o fundo das imagens históricas, destacando a figura das pessoas, pretende-se marcar duas posições: As pessoas é que são a instituição e que, por consequência, a instituição, o IBGE, está inserida no ambiente digital.
As imagens usadas para a identidade nas artes dos 90 anos devem apresentar essa linguagem, como ilustrado ao lado.
Resgatando a tradição dos selos de aniversário do IBGE e aproveitando para marcar a ideia de renovação, desconstruiu-se as formas que o compunham para formar os grafismos que amarram a identidade visual.
Essas formas devem ser preenchidas com os gradiente das paleta e transparente em 20%.
A partir da interação dos grafismos com retratos que mostrem a diversidade da população brasileira conseguimos reforçar a importância da relação da população brasileira com o IBGE e a ideia de que os brasileiros fazem parte dos seus 90 anos.
Imagens meramente ilustrativas.