Antes de mais nada, o ideal é tomar conhecimento dos próprios interesses, levando em conta tanto matérias de escola quanto o que se gosta de fazer nas horas vagas, como ler, cuidar de plantas, juntar fotos ou planejar viagens. Depois, procurar perceber, dentre as coisas em que mais encontra prazer, aquelas que se repetem com mais freqüência no seu dia a dia ou consideradas cruciais para a sua vida.
No filme Mudança de Hábito 2, a personagem interpretada por Whoopi Goldberg dá uma dica importantíssima a esse respeito: ela diz à aluna indecisa de cantar no coral da escola que se uma pessoa acorda pela manhã e a primeira coisa que pensa é em cantar e que não poderia viver sem isso, como não poderia viver sem ar, então ela é uma cantora. Pois então, é por aí, mesmo. Pensar em algo que já se gostava de fazer na infância, que se continua gostando e que se consegue imaginar fazendo no futuro é um caminho e tanto para se optar por uma profissão.
Não devemos esquecer, contudo, de nossas reais possibilidades para exercer um trabalho. Podemos gostar de cantar no chuveiro, mas temos de estar atentos ao fato de possuirmos ou não uma boa voz ou se somos do tipo afinado ou desafinado. É uma questão de bom senso.
Outra dica que funciona é saber com clareza o tipo de vida que desejamos ter. Por exemplo: morar na cidade ou no interior? Trabalhar sozinho ou em grupo? Viajando muito ou num único lugar? Casado e com filhos ou solteirão? São perguntas simples, mas que ajudam muito na hora da escolha. Que tal começar a refletir sobre suas preferências agora mesmo? Só demora o tempo de pensar e não custa nada. É de graça. Bons pensamentos e boa escolha!
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