Muitos são os motivos que levam o homem a destruir suas florestas.
Derrubam árvores para obter celulose, utilizada na fabricação de papel,
ou para abrir espaço para estradas, cidades, túneis. Praticam o
desmatamento para extrair lenha ou para praticarem agricultura. Este
foi o caso da mata Atlântica no Rio de Janeiro e parte de Minas Gerais
e São Paulo: a rica floresta tropical foi derrubada para dar lugar à
plantação de café.
Um hábito que vem diminuindo progressivamente, embora ainda praticado, são as queimadas. Alguns agricultores acreditam que, entre uma safra e outra, a queimada das plantas antigas favoreça o solo para as novas. Sem piedade, queimam a floresta para iniciarem o cultivo e repetem o procedimento sempre que vão reiniciar um plantio. Além de destruir florestas e lares de muitos animais pequenos, empobrecem o solo e ainda poluem o ar! A longo prazo e, quando muito extensas, as queimadas e os desmatamentos podem causar alterações climáticas, hidrográficas e na biodiversidade da região.
A solução para estes problemas é uma política de esclarecimento desde a infância. Para os casos em que é imprescindível a extração, há a possibilidade de replantio constante. E, onde a mata já está destruída, pode-se fazer um reflorestamento, como foi feito na Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro.