Em 1964, o governo federal criou o Sistema Financeiro de Habitação para facilitar a aquisição da casa própria. Administrado pelo extinto Banco Nacional de Habitação (BNH), o sistema favorece, preferencialmente, famílias de baixa renda.
Segundo as regras, a casa a ser comprada deverá ser usada por quem a adquire, não podendo ser revendida, alugada ou utilizada para fins comerciais. Quem quiser se beneficiar do sistema, firma um contrato de financiamento no qual se compromete a pagar o imóvel. Em caso de não pagamento das prestações, o contrato é suspenso.
Pelo sistema, os interessados teriam, à disposição, diversos tipos de recursos como a caderneta de poupança e o fundo de garantia por tempo de serviço (FGTS), os mais tradicionais, e o financiamento bancário.
Com o fim do BNH, em 1988, a Caixa Econômica Federal (CEF) assumiu o SFH e aumentou as opções de financiamento, criando o programa de cartas de crédito. A CEF analisaria a renda do candidato a comprar a casa própria e de acordo com a avaliação fornece uma carta de determinado valor. De posse da carta, o candidato teria um prazo para encontrar um imóvel que estivesse dentro do valor estipulado pelo financiamento.
Existem outras alternativas de financiamento da casa própria e planos específicos, como financiamentos de imóveis ainda na planta ou em construção. Para saber mais, consulte o site da CEF (www.cef.gov.br).