Foi o cientista inglês William Fox-Talbot quem experimentou a troca da placa metálica emulsionada pelo papel com cloreto de prata, obtendo uma imagem negativa, daí, emulsionando outra folha, fez um positivo e este processo, que permitia reproduções, foi chamado de calotipia (é conhecido também como talbotipia).
Com as experiências do inglês Archer, que em chapa de vidro, misturou emulsão com uma substância adesiva chamada colódio, e depois outro inglês, Maddox, que em vez de colódio usou uma suspensão de nitrato de prata em gelatina, que secava rápido e tornou a fotografia, por fim, instantânea, outra contribuição importante foi do também inglês George Eastman, que no final do século XIX, substitui a transparência do vidro pela nitrocelulose e emulsionou o primeiro filme em rolo da história.
Depois, para poder utilizar o filme em rolo, criou uma câmera pequena e leve de nome Kodak. Depois que o rolo terminava, o fotógrafo mandava a câmera para o seu laboratório, recebia o negativo, cópias positivas em papel e um novo rolo que lhe dava direito a 100 novas poses.
Com todo esse processo e com o slogan que ficou conhecido mundialmente "você aperta o botão, nós fazemos o resto", tornou a Kodak uma empresa responsável pelas maiores evoluções em termos de fotografia de que se tem notícia.