Estima-se que quase dois terços da população brasileira estejam envolvidos direta ou indiretamente com a prática de atividades esportivas - nas áreas de lazer e entretenimento, saúde, educação, inclusão social, capacitação militar e policial e competições esportivas, por exemplo. Por seu valor na promoção da saúde pública, os esportes são coadjuvantes na inclusão de grupos sociais, como os portadores de limitações físicas. E também geram, indiretamente, economia nas despesas com tratamento médico, pois trabalham na prevenção das doenças e na manutenção da saúde.

    Mais do que isso, os esportes foram lembrados este ano pela Organização das Nações Unidas (ONU) por sua importância para outra questão fundamental: a paz mundial. Como assim?

    Como você já deve saber, a ONU declarou 2005 o Ano Internacional do Esporte e da Educação Física. Segundo Kofi Annan, secretário-geral das Nações Unidas, os atletas são um bom veículo de promoção da educação, da saúde, do desenvolvimento e da paz. O esporte é visto como uma língua universal, capaz de unir pessoas independentemente de sua origem, passado, religião ou posição social e, portanto, essa iniciativa faz parte do esforço para se alcançarem os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

    No Brasil, o lançamento do Ano Internacional do Esporte e da Educação Física contou com a visita, nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, do representante especial do secretário-geral da ONU para Assuntos de Esporte para o Desenvolvimento e a Paz, o suíço Adolf Ogi. Ele se encontrou com o ministro do Esporte, Agnelo Queiroz, e aproveitou para conhecer dois projetos do governo federal: o "Segundo Tempo", que visa garantir o acesso de alunos de escolas públicas a atividades esportivas, e o "Pintando a liberdade", em que presos brasileiros produzem material esportivo. Você já conhece esses projetos? Que tal acessar o site do Ministério do Esporte e ler um pouco mais sobre esses temas?

    (fonte: http://www.pnud.org.br/noticias/index.php?id01=954)

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