Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2004, o analfabetismo apresentou maior declínio entre as mulheres (31,7%) do que entre os homens (26,9%).
No grupo das pessoas com mais de 10 anos de idade, ocupadas, as mulheres têm em média um ano de estudo a mais do que os homens (média de anos de estudo iguais a 7,7 e 6,7, respectivamente). Veja as diferenças entre as regiões:
| Média de anos de estudo da população de 10 anos ou mais de idade, ocupadas, por sexo - Brasil e Grandes Regiões - 2003 | ||
| Homens | Mulheres | |
| Brasil | 6,7 | 7,7 |
| Norte | 6,6 | 7,8 |
| Nordeste | 4,8 | 6,2 |
| Sudeste | 7,7 | 8,5 |
| Sul | 7,2 | 7,8 |
| Centro-Oeste | 6,9 | 8,2 |
| Fonte: IBGE, Síntese de Indicadores Sociais, 2004. |
Acompanhe as maiores desigualdades de escolaridade: - No grupo de até 3 anos de estudo, a proporção de homens era de 25% contra 19,5% das mulheres; - No topo superior de escolaridade (11 anos ou mais de estudo), a proporção de mulheres era de 39,1% e a proporção de homens era de 28,3%.
Com isso, se conclui que cerca de 55% das mulheres no mercado de trabalho apresentavam pelo menos o ensino fundamental; enquanto 55% dos homens ocupados sequer terminaram este nível de ensino.
Quanto à população fora da escola, dados anteriores mostram que de 1996 para 2001, a proporção de meninos de 7 a 14 anos de idade fora da escola caiu de 9,3% para 3,7% e a de meninas, de 8,2% para 3,3%.
Existem diversos indicadores que permitem ter uma idéia da situação da educação no Brasil. Quando o assunto é anos de estudo, por exemplo, as estatísticas mostram que as mulheres superam os homens.
O gráfico abaixo mostra a média de anos de estudo no Brasil para homens e mulheres. Compare:
