Para quem está pensando em cursar Ciências Econômicas, é bom saber alguns dados sobre a profissão, que foram coletados em pesquisa do Conselho Federal de Economia - Cofecon, feita em 1996. Todos os economistas registrados nos respectivos conselhos regionais do país receberam um formulário da pesquisa (num total de 4.772 fomulários enviados), que deveriam ser preenchidos e devolvidos ao Cofecon. O retorno, segundo o conselho, foi satisfatório.
Entre muito itens pesquisados, alguns chamam mais a atenção, como, por exemplo, a baixa participação das mulheres nesse mercado de trabalho.
Embora o número tenha aumentado de forma significativa a partir do anos 80, elas ainda continuam sendo uma minoria na área de economia. Para as feministas, aí está um desafio e tanto.
Veja na figura:
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| Fonte: Cofecon, 1996. |
Outro dado interessante diz respeito à influência da família. Diferente do que costuma acontecer com medicina e direito, a ocupação dos pais tem pouca importância na escolha da profissão de economista. Tanto que a maior parte dos economistas pesquisados (73,7%) eram filhos de pais sem curso superior.
Dentro das atividades exercidas, as mais freqüentes são gestão financeira e empresarial, tendo o setor público como principal empregador do economista brasileiro, que se diz satisfeito com a profissão.
Mudança de emprego não é muito comum: a média é de 2,8 vezes. Fator positivo numa realidade instável como a nossa, onde predomina a rotatividade no emprego.
No site do Conselho Federal de Economia você encontra mais informações sobre a profissão de economista.