Os bombeiros geralmente são subordinados à defesa civil de cada estado. É comum fazerem parte da Polícia Militar, o que deixou de ser obrigatório desde 1997.

    Porém, antes mesmo que estas instituições existissem, a humanidade já se preocupava em organizar métodos e treinar pessoas para acudirem em caso de calamidades. Um precursor muito antigo do atual código de leis dos bombeiros é o famoso Código de Hamurabi, um conjunto de normas criadas pelo imperador babilônico Hamurabi, no século XVII a.C.

    É que, entre as normas de convivência comunitária do Código de Hamurabi, figuravam as regras de prevenção de incêndios. Veja se não é interessante: 282 artigos do Código viraram leis e estão em vigor até hoje!

    Um grupamento destinado a combater incêndios só veio a existir, segundo registros, em 564 a.C., na China. Em Roma, a primeira brigada de incêndios oficializada foi em 24 a.C., sob ordens do imperador Augusto e formada por soldados e escravos.

    O primeiro corpo de bombeiros militar do mundo surgiu apenas 30 anos depois, também em Roma, composto por mais de 8 mil legionários-bombeiros. Este modelo permaneceu até o fim da Idade Média, quando começaram a surgir os bombeiros modernos. No século XVII, por exemplo, já era utilizada uma boba d'água mais eficiente, a Van der Heydens, de 1699.

    Em 1851 foi criado o primeiro Corpo de Bombeiros profissional em Berlim, Alemanha.

    No Brasil, o Corpo de Bombeiros Provisório da Corte, em 1856, foi nossa primeira versão para uma brigada deste tipo, baseada em um modelo francês, utilizado por Napoleão no século XIX. Hoje, chama-se Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ).

    É dessa época este carro-pipa ao lado, com capacidade para mil litros.

    O trabalho voluntário de bombeiros surgiu no Brasil em 1892, em Santa Catarina, na cidade de Joinville. No Rio de Janeiro, só apareceu em1997.






    Voltar