Migração
Em 2000, cerca de 26 milhões de pessoas viviam fora da Unidade da Federação em que nasceram, o que significou um aumento de aproximadamente 21% de migrantes em relação a 1991.
Na tabela abaixo, vemos as Unidades da Federação com maior número de migrantes:
Tabela 1
Ranking das Unidades da Federação com
maior população não-natural – Brasil - 2000
| Unidade da Federação | População não-natural |
| São Paulo | 8.821.030 |
| Rio de Janeiro | 2.476.072 |
| Paraná | 1.795.751 |
| Goiás | 1.293.733 |
| Minas Gerais | 1.221.299 |
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000.
No período de 1995 a 2000, 5,2 milhões de migrantes efetuaram movimentos migratórios entre Unidades da Federação, sendo as áreas urbanas os grandes pólos de atração, em contraste com o esvaziamento das áreas rurais.
A tabela abaixo mostra que o maior fluxo de migrantes ocorreu entre as áreas urbanas.
Tabela 2
Migrantes segundo os movimentos ente as áreas urbanas – Brasil – quinquênio
1995/2000
| Origem => Destino | Migrantes | |
| Rural | Urbano | 645.089 |
| Rural | Rural | 248.042 |
| Urbano | Rural | 398.369 |
| Urbano | Urbano | 3.904.594 |
| Total | 5.136.093 | |
Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000.
E no mapa abaixo vemos a direção dos principais fluxos migratórios entre os estados brasileiros em 2000:

Fonte: Malha municipal digital do Brasil: situação em 1997. Rio de Janeiro: IBGE, 1999. 1 CD-ROM: IBGE, Censo Demográfico 2000.
Deslocamento
No Brasil, 111.178.989 pessoas trabalhavam e/ou estudavam em 2000. Desse total, 7.403.362 indivíduos (6,7%) se deslocavam diariamente para trabalhar ou estudar fora de seu município de residência.
As grandes cidades e suas vizinhanças concentram 90,8% dos deslocamentos, o que os caracteriza como um fenômeno urbano.
Em relação às atividades desenvolvidas pela parcela da população que se desloca diariamente, verificou-se que:
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