Infográficos Cidades@

Duque de Caxias - RJ

Dados Básicos

População Área Bioma
872.762 hab. 464,57 km2 Mata Atlântica

Localização da Sede

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População

> Evolução Populacional

Duque de Caxias

  • 1991667.821
  • 1996712.145
  • 2000775.456
  • 2007842.686
Rio de Janeiro
Brasil

> Pirâmide Etária

Duque de Caxias

Rio de Janeiro
Brasil
HOMENSMULHERES
0 a 439.37038.655
5 a 938.42836.141
10 a 1436.07135.498
15 a 1936.95737.513
20 a 2435.24336.812
25 a 2931.13833.237
30 a 3430.26332.414
35 a 3928.30731.520
40 a 4425.23028.425
45 a 4920.76023.124
50 a 5416.13117.881
55 a 5911.45613.782
60 a 649.85911.051
65 a 696.7779.469
70 a 744.9456.855
75 a 792.9423.806
80 a 841.2021.843
85 a 894791.197
90 a 94155281
95 a 9918100
100 ...--
tabela
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Outros Temas

> Casamentos

Duque de Caxias

  • Casamentos4.379
  • Separações30
  • Divórcios317
Rio de Janeiro
  • 80.179
  • 2.888
  • 8.703
Brasil
  • 959.901
  • 88.252
  • 150.387

> Docentes por série

Duque de Caxias

  • 68.7%
  • 5.8%
  • 25.5%
  • Fundamental7.039
  • Pré-escola591
  • Médio2.614
Rio de Janeiro
  • 62.9%
  • 25.8%
  • 11.3%
Brasil
  • 65.9%
  • 21.9%
  • 12.1%

> Números de escolas por série

Duque de Caxias

  • 52.8%
  • 32.7%
  • 14.4%
  • Fundamental329
  • Pré-escola204
  • Médio90
Rio de Janeiro
  • 48.8%
  • 12.7%
  • 38.5%
Brasil
  • 53.9%
  • 8.9%
  • 37.2%

> Matrículas por série

Duque de Caxias

  • 75.6%
  • 4.5%
  • 19.9%
  • Fundamental162.271
  • Pré-escola9.568
  • Médio42.768
Rio de Janeiro
  • 70.7%
  • 19.4%
  • 9.9%
Brasil
  • 79.3%
  • 20.7%
  • 0%

> Estabelecimentos de saúde

Duque de Caxias

  • 0%
  • 0.5%
  • 29.7%
  • 69.8%
  • Federais0
  • Estaduais1
  • Municipais63
  • Privados148
Rio de Janeiro
  • 1.1%
  • 1.2%
  • 36.7%
  • 61%
Brasil
  • 1.4%
  • 1.9%
  • 55.3%
  • 41.4%

> Frota municipal de veículos

Duque de Caxias

  • 72%
  • 4.8%
  • 0.8%
  • 4.9%
  • 0.6%
  • 12.7%
  • 1.9%
  • 2.2%
  • 0%
  • Automóveis91.617
  • Caminhões6.065
  • Caminhões-trator1.034
  • Caminhonetes6.298
  • Micro-ônibus719
  • Motocicletas16.211
  • Motonetas2.471
  • Ônibus2.850
  • Tratores25
Rio de Janeiro
  • 76.2%
  • 2.7%
  • 0.2%
  • 4.6%
  • 0.7%
  • 12.2%
  • 2.4%
  • 0.9%
  • 0%
Brasil
  • 62.3%
  • 3.8%
  • 0.7%
  • 6.8%
  • 0.5%
  • 21.5%
  • 3.8%
  • 0.8%
  • 0%

> Morbidade hospitalar

Duque de Caxias

  • 45%
  • 55%
  • Homens45
  • Mulheres55
Rio de Janeiro
  • 53.3%
  • 46.7%
Brasil
  • 55%
  • 45%
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Economia

> Despesas e Receitas orçamentárias

Duque de Caxias

  • 52.1%
  • 47.9%
  • Receitas910.745.239
  • Despesas837.460.540
Rio de Janeiro
  • 53.7%
  • 46.3%
Brasil
  • 54.3%
  • 45.7%

> Produto Interno Bruto (Valor Adicionado)

Duque de Caxias

  • Agropecuária5.984
  • Indústria11.733.066
  • Serviços13.262.404
Rio de Janeiro
  • 1.072.848
  • 62.966.386
  • 144.387.422
Brasil
  • 105.163.000
  • 539.315.998
  • 1.197.774.001
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Histórico

Duque de Caxias

Rio de Janeiro - RJ

Histórico

O devassamento do território foi motivado pelo interesse dos governos do Rio de Janeiro em colonizar e cultivar as terras que circundam a baía de Guanabara.

Consulta aos assentamentos mais antigos referentes a doações de sesmarias leva à certeza de que o povoamento da planície que se estende do Rio Meriti ao Estrela ou Inhomirim, e da baía à orla das serras foi contemporâneo ao da Cidade fundada por Mem de Sá.

A partir de 1566, se foram fixando os primeiros colonos em terras do atual Município de Duque de Caxias, localizando-se de preferência nos vales dos rios Meriti, Sarapuí, Iguaçu e Estrela, assim como na orla praiana, dando início à exploração do solo e das riquezas naturais.

Entre os agraciados com as primeiras concessões de sesmarias na região, figura Braz Cubas, que, segundo observa José Mattoso Maia Forte em seu livro "Iguassu", outro não deve ser senão o grande provedor da Fazenda Real, a quem a Cidade de Santos deve a sua fundação. Concedeu-lhe o Governador, em 1568, nada menos de 3.000 braças de terra, de testada, pela costa do mar e 9.000 de fundos, pelo Rio Meriti, "correndo pela piassaba da aldeia de Jacotinga".

Por essa descrição conclui-se que a sesmaria de Braz Cubas atingiu terras de dois dos atuais municípios fluminenses.

Segundo Monsenhor Pizarro, em suas Memórias, não se tem notícia de assistência religiosa à população em período anterior a 1612, mas, quando se refere à freguesia de Nossa Senhora do Pilar lê-se que "o visitador Araújo fixara o ano de 1637 como o da criação da freguesia, servindo de capela curada a de Nossa Senhora das Neves", construída em área doada por Manuel Pires e sua mulher. Em 1696 ter-se-ia fundado a capela do Pilar, "pouco distante da matriz atual (1820)", passando para a mesma o título de paróquia.

A "matriz nova" fora construída nas margens do Rio Pilar com auxilio da Fazenda Real, e mais tarde, reconstruída com luxo, com as esmolas da gente rica ou pobre que por ali passava, descendo das regiões de serra acima. Acrescenta Pizarro que em torno da matriz existente em 1820, época em que foram publicadas suas Memórias, havia um bonito arraial em que "habitava por todo o ano porção notável do povo" (José Mattoso Maia Forte - Iguassu).

Alguns anos depois de criada a freguesia, surgiu na mesma zona da Baixada Fluminense outra povoação, fundada primeiramente com a denominação de São João Batista de Trairaponga, em uma elevação fronteira à baía, logo adiante da foz do rio Meriti.

Criada durante a prelazia de Dom Antônio Marins Loureiro (1644), recebeu o reconhecimento régio por força de Alvará datado de 1647.

Há noticias de que a primeira capela dessa freguesia existiu no lugar então conhecido por Trairaponga, até pouco depois de 1660, época em que perdeu a categoria de sede para outro templo existente nas proximidades do Rio Meriti. Passados alguns anos, tendo-se arruinado o prédio dessa Igreja, foi novamente desviado o núcleo social e religioso da freguesia para a zona portuária, onde por essa época João Corrêa Ximenes havia erigido outra capela, em 1708, dedicada ao culto de Nossa Senhora da Conceição.

Em 1747 voltou o núcleo social a localizar-se às margens do Rio Meriti, no lugar onde outrora se erguera o templo que substituíra a capela de Trairaponga. Por esta época passou a localidade a ser conhecida pelo nome de Freguesia de São João Batista de Meriti.

A partir de então, grande foi o progresso dessa região; seus rios, então desobstruídos, davam fácil escoamento aos produtos da lavoura. A navegação de pequenos barcos se fazia francamente, por muitas léguas de sertão a dentro, onde o braço do escravo tornava rendosa a exploração agrícola.

A revista do Instituto Histórico, tomo 76, pt.1, consigna que, no período compreendido entre 1769 e 1779, a freguesia de Nossa Senhora do Pilar de Iguaçu possuía um engenho de açúcar, pertencente ao Capitão Luciano Gomes Ribeiro; esse engenho fabricava 40 caixas desse produto e 17 pipas de aguardente, nele trabalhando 74 escravos.

Três engenhocas fabricavam aguardente: a de Matheus Chaves, a do Capitão Pedro Gomes de Assunção e a do Capitão João Carvalho de Barros. Produzia, também, a freguesia 13.000 sacos de farinha, 100 de feijão, 150 de milho e 2.100 de arroz, e o seu comércio fazia-se pelo rio, no qual se contavam 9 portos, com 18 barcos e 1 lancha. Servindo a grande parte da região costeira da Guanabara, existiam, nessa época, 14 portos, espalhados desde o rio São João ou Meriti até o Sarapuí.

Durante muitos decenios, as lavouras de cana, arroz, milho, mandioca e feijão existentes nas terras do atual Município de Duque de Caxias proporcionaram aos seus proprietários a acumulação de fortunas consideráveis para a época e para o meio.

Em 15 de janeiro de 1833, quando o Decreto da Regência erigiu em vila a povoação de Iguaçu compreendeu em sua jurisdição as terras que hoje fazem parte do Município de Duque de Caxias e que à época constituíam território das freguesias de São João de Meriti e Nossa Senhora do Pilar.

Ainda por alguns anos, notável foi o progresso observado nessa região. Somente pela metade do século XIX começou a fase de decadência. A devastação das matas trouxe como resultado a obstrução dos rios e conseqüente extravasamento, com a formação de pântanos, que tornaram a região praticamente inabitável. Abandonadas, as terras, outrora salubres e férteis, cobriram-se rapidamente da vegetação própria dos mangues.

Em 30 de abril de 1854, Irineu Evangelista de Souza, depois Barão e Visconde de Mauá, inaugurava a primeira estrada de ferro do Brasil, tendo realizado a construção de 14,5 km, entre o porto de Mauá e a fazenda do Fragoso, nas imediações da raiz da serra da Estrela. Dois anos mais tarde, os trilhos atingiam a povoação de Raiz da Serra.

Em 23 de abril de 1886, outro trecho ferroviário foi inaugurado pela "The Rio de Janeiro Northern Railway" ligando a Cidade do Rio à Estação de Meriti, onde, mais tarde, surgiria a povoação que deu origem à sede do atual Município de Duque de Caxias. Meriti, hoje Duque de Caxias, deve, em grande parte, o seu reerguimento ao iniciador das obras da Baixada Fluminense, Nilo Peçanha.

Foi em virtude do esforço desse estadista que Meriti conseguiu obter água potável, mediante ligação à rede geral que abastecia a Cidade do Rio de Janeiro. A esse importante melhoramento seguiu-se outro: o prolongamento das linhas da Estrada de Ferro Leopoldina, até a zona marginal do antigo "Mangue", situado na "Praia Formosa", o que motivou o aumento do número de trens e de viagens, melhorando o sistema de transportes entre a localidade e a Capital da República.

Com a abertura da Estrada Rio-Petrópolis, ainda mais próspera se tornaram a Estação de Meriti e suas adjacências. Data de então o fracionamento das grandes propriedades locais, organizando-se empresas destinadas ao loteamento.

A 14 de março de 1931, foi criado o Distrito de Caxias, com sede na antiga Estação de Meriti e formado pelo território desmembrado do Distrito de Meriti pertencente ao então Município de Iguaçu (atual Nova Iguaçu).

Rápido foi o progresso do novo Distrito, que em 31 de dezembro de 1943 foi elevado à categoria de Município, sob a denominação de Duque de Caxias e tendo por sede a antiga Estação.

O Município, desde que se tornou autônomo, recebeu grande impulso em sua economia. A localização, em seu território de um parque de indústrias entre as quais a Fábrica Nacional de Motores, constituiu fator de desenvolvimento acelerado, a que a refinaria de petróleo, com seu extraordinário conjunto petroquímico em expansão, deu rápido e considerável estímulo.

Gentílico: caxiense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Caxias, pelo decreto estadual nº 2559, de 14-03-1931, Sede no povoado da estação ferroviária de Mereti, no município de Nova Iguaçu.

Elevado à categoria de município em denominação de Duque de Caxias, pelo decreto-lei nº 1055, de 31-12-1943, desmembrado de Nova Iguaçú. Constituído de 3 distritos: Duque de Caxias, Imbariê ex-Estrela e Mereti. Instalado em 01-01-1944.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Duque de Caxias, Imbariê e Meriti.

Pelo Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, do Estado do Rio de Janeiro, promulgado em 20-06-1947, desmembra do município de Duque de Caxias o distrito de Meriti. Elevado à categoria de município com a denominação de São João de Meriti.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município de Duque de Caxias é constituído de 2 distritos: Duque de Caxias e Imbariê.

Pela lei n° 2.157, de 28-05-1954, são criados os distritos de Campos Elyseos e Xerém ambos desmembrados do distrito de Imbariê e anexado ao município de Duque de Caxias.

Em divisão territorial datada de I-VII-1960, o município é constituído de 4 distritos: Duque de Caxias, Campos Elyseos, Imbariê e Xerém.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

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Descrição e Fontes

Descição Detalhada dos Campos:

Dados Básicos

  1. População: Contagem da População 2007
  2. Área: Área da unidade territorial (km²)
  3. Bioma: (IBGE)
  4. Data de Instalação: Legislação Municipal Municípos Vigente (IBGE)
  5. Município de Origem: Legislação Municipal Municípos Vigente (IBGE)

Localização da Sede

  1. IBGE

Evolução Populacional

  1. População Residente (pessoas): Censo Demográfico 1991 (IBGE)
  2. População Residente (pessoas): Contagem Populacional 1996 (IBGE)
  3. População Residente (pessoas): Censo Demográfico 2000 (IBGE)
  4. População Residente (pessoas): Contagem Populacional 2007 (IBGE)

Pirâmide Etária

  1. População Residente (pessoas): Censo Demográfico 2000 (IBGE)

Casamentos

  1. Casamentos - registrados no ano - lugar do registro
  2. Separações judiciais - concedidas no ano - em 1a instancia - lugar da acao do processo
  3. Divórcios - concedidos no ano - em 1a instancia - lugar da acao do processo

Fonte: IBGE,Estatística do Registro Civil de 2008. Rio de Janeiro: IBGE, 2009. NOTA 1: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. NOTA 2: Nos totais das Unidades da Federação e Brasil, não foram incluídas as informações das variáveis de Sem especificações, Ignorados e Estrangeiros.

Despesas e Receitas orçamentárias

  1. Receitas orçamentárias realizadas - Correntes
  2. Despesas orçamentárias realizadas - Correntes

Fontes: Ministério da Fazenda, Secretaria do Tesouro Nacional, Registros Administrativos 2007. NOTA 1: Os totais de Brasil e Unidades da Federação são a soma dos valores dos municípios. NOTA 2: Atribui-se a expressão dado não informado às variáveis onde os valores dos municípios não foram informados. NOTA 3: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável.

Docentes

  1. Docentes - Ensino fundamental - 2008 (1)
  2. Docentes - Ensino médio - 2008 (1)
  3. Docentes - Ensino pré-escolar - 2008 (1)

Fontes: (1)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2008; (2)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo da Educação Superior 2007; NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável.

Escolas

  1. Escolas - Ensino fundamental - 2008 (1)
  2. Escolas - Ensino médio - 2008 (1)
  3. Escolas - Ensino pré-escolar - 2008 (1)

Fontes: (1)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2008; (2)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo da Educação Superior 2007; NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável.

Matrículas

  1. Matrícula - Ensino fundamental - 2008 (1)
  2. Matrícula - Ensino médio - 2008 (1)
  3. Matrícula - Ensino pré-escolar - 2008 (1)

Fontes: (1)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo Educacional 2008; (2)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP - Censo da Educação Superior 2007; NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável.

Estabelecimentos de Saúde

  1. Estabelecimentos de Saúde público federal
  2. Estabelecimentos de Saúde público estadual
  3. Estabelecimentos de Saúde público municipal
  4. Estabelecimentos de Saúde privado total

Frota Municipal

  1. Automóvel - Tipo de Veículo
  2. Caminhão - Tipo de Veículo
  3. Caminhão trator - Tipo de Veículo
  4. Caminhonete - Tipo de Veículo
  5. Micro-ônibus - Tipo de Veículo
  6. Motocicleta - Tipo de Veículo
  7. Motoneta - Tipo de Veículo
  8. Ônibus - Tipo de Veículo
  9. Trator de rodas - Tipo de Veículo

Morbidades Hospitalares

  1. Homens
  2. Mulheres

Fontes: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde - DATASUS 2008. NOTA 1: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. NOTA 2: Atribui-se a expressão dado não informado às variáveis onde os valores dos municípios não foram informados.

PIB

  1. Valor adicionado bruto da agropecuária
  2. Valor adicionado bruto da indústria
  3. Valor adicionado bruto dos serviços

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Contas Nacionais

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